A “ARMA” INFALÍVEL DA PM… BAC O BATALHÃO DE AÇÕES COM CÃES

A Polícia Militar do Rio de Janeiro tem um grande trunfo contra a criminalidade… É o BAC, Batalhão de Ações com Cães!

Para quem entende um pouquinho de segurança pública, que tem algum contato com o “outro lado da Lei” (a bandidagem) e já teve a oportunidade de fazer a seguinte pergunta: “Do que o crime tem mais medo na Polícia?”

A resposta é unânime… e alguma pessoas podem ficar abismadas, mas não é o famoso BOPE. Tão pouco os Helicópteros blindados, nem mesmo o famigerado  “Caveirão”… São os cães da PMERJ e seus parceiros humanos!

E a que se deve todo esse temor da marginalidade?

Fui lá descobrir, tendo a honra de ser convidado a visitar o BAC hoje (06/10/2017) pelo 1º Sargento Andrade, militar que pertence ao quadro da P4 desse batalhão e que é o responsável por boa parte da administração dessa divisão tão especial da PM. Representando o gabinete do Deputado Federal Roberto Sales e por consequência a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara, apesar de oficial, a visita teve aquele tom de excursão, graças a gentileza e amizade com que fomos recebidos por todos.

Mas vamos a nossa análise:

O primeiro ponto de destaque é o treinamento, tanto de humanos quanto dos cães do BAC. O treinamento é intenso e nem todo homem ou cão conseguem chegar ao seu final. Para quem se lembra do filme Tropa de Elite e de sua famosa frase “PEDE PRÁ SAIR”, essa frase faz parte integral do treinamento forçado desses policiais. No BAC encontramos até aquele famoso cemitério, onde estão as lápides daqueles que, pela razão particular de cada um, não conseguiu chegar ao final do curso de formação e acabou “tocando o sino” no meio do campo de treinos. São semanas intermináveis de treinamento físico, psicológico, tático e de inteiração com esses animais especiais do BAC.

Mel – Labradora do BAC

Outro fator determinante, que diferencia esse Batalhão (até mesmo dos outros batalhões de Cães do nosso País) é o treinamento dos Cães. Os cães nascem do cruzamento das melhores matrizes do Batalhão e, desde seu nascimento começa não só seu treinamento como a análise comportamental do animal. Nem todos os cães nascem talhados para o serviço policial, e essa análise é de extrema importância para a excelência do plantel. O treinamento também é diferenciado em vista da peculiaridade do Crime no Estado do Rio de Janeiro. Seja por sua topografia, o tipo de armamento usado pelos criminosos ou mesmo a organização do crime no Rio, os cães recebem todo um treinamento especializado para adaptarem-se a todas as situações que poderão encontrar enquanto em operações policiais.

Os cães do BAC são POLICIAIS e como tal o são tratados. Com o respeito e amizade que o “coleguismo” policial demanda. Não são simples instrumentos de trabalho, mas verdadeiros Parceiros que, durante toda a sua vida útil de trabalho (falaremos mais sobre isso nos mitos e verdades) tem como parceiros 1 ou no máximo 2 policiais humanos, o que promove uma inteiração entre homem e cão quase simbiótica. O cão sente o que o humano pensa e o humano sabe exatamente que reação o cão terá.

O trabalho dos Policiais do BAC (humanos e caninos) envolve entre outros, o controle de multidões, busca e captura, busca por drogas, armas, radio transmissores, enfim… do trabalho desses homens e seus cães, nenhum ilícito fica escondido.

O faro treinado desses animais proporciona o sucesso nas buscas que, seriam impossíveis numa comunidade gigantesca, ou num ambiente com milhares de esconderijos para grupamentos policiais comuns. Não por acaso, o BAC é o recordista máximo de apreensões de drogas, armas, munições e aparatos ligados ao crime organizado do Rio de Janeiro.

Fora os argumento apresentados, o cuidado do Batalhão com suas viaturas, instalações, canis, enfim, com todo seu patrimônio material é também um diferencial diante de outras unidades policiais militares que tive o prazer de conhecer.

Por essas razões e tantas outras que são particulares a esse Batalhão, temos a honra de possuirmos em nosso Estado, o mais completo aparato policial com uso de cães do Brasil… e quem sabe, um dos melhores e mais bem treinados do Mundo.

VERDADES E MITOS SOBRE O BAC

-É verdade que os animais são viciados em Drogas e por isso conseguem encontrá-las com facilidade?

MITO: Todo o treinamento dos animais é feito através de estímulos POSITIVOS. Os animais jamais recebem qualquer tipo de castigo. Na verdade, para o cão, tudo não passa de uma grande brincadeira. O Brinquedo escolhido (uma bola, ou qualquer outro tipo de brinquedo) fica impregnado com o “ODOR” da Droga e, após isso, o cão é estimulado a encontrar esse seu brinquedo favorito. Ao encontrá-lo, ele ganha o direito de brincar, de se divertir… e assim é feito o treinamento. Esse mito é facilmente destruído com o exemplo de armamento, munições e rádios transmissores. Afinal, eles encontram todo esse material em questão de segundos, e armas e munições não são entorpecentes e tão pouco viciam.

 

-Eu achoo muita maldade colocarem os cães para levarem tiros e morrerem primeiro que o policial humano.

Felipe, meu filho

MITO: Para vocês terem ideia, nem dentre os mais antigos Policiais Humanos do BAC, consegue-se lembrar do último cão que morreu em combate…de tanto tempo que não ocorre um óbito desse tipo. Atualmente existem batalhões e outras divisões policiais que fazem o primeiro confronto, mapeamento, desarme e prisões de criminosos.. O BAC normalmente entra em cena após essas ações, fazendo o rastreio eficiente de esconderijos de drogas e armas… e até mesmo diferenciando entre suspeitos que são inocentes ou aqueles que manusearam drogas ou armas.

 

 

 

-É verdade que esses cães se aposentam?

VERDADE: Assim como qualquer outro policial, os cães do BAC se aposentam após uma vida útil (até menos que isso). Normalmente após 7 ou 8 anos de trabalho no Batalhão, esse cães se aposentam e normalmente (mas não via de regra) são adotados por aqueles policiais com que conviveram pela metade de sua vida. Ganham uma aposentadoria cheia de amor e carinho e com todo o respeito que merecem.

 

-É verdade que os cães vivem uma vida infeliz e de trabalhos forçados?

MITO: Como explicamos anteriormente, todo o treinamento desses animais se fundamenta em estímulos positivos. Para eles, tudo é uma grande BRINCADEIRA ETERNA. Além disso, recebem alimentação super balanceada, tem sua saúde controlada radicalmente, chegando ao ponto de que, qualquer animal que vá sair de seu canil, seja para treino, seja para operações, passa por uma vistoria rigorosa do corpo veterinário do Batalhão. Duvido que você encontre animais mais bem tratados, saudáveis e felizes… até porque eles tem prazer no trabalho que fazem.

 

Família aproveitando da visita ao BAC

Com o amigo SGTO ANDRADE

 

 

Saiba por que alguns cães acabam ficando agressivos

Muito legal a matéria… fiquem ligados!!!

Não percam as 7 dicas no final do post!

(do R7)

Excesso de mimos, castigos e solidão estão entre as razões do comportamento inadequado

A companhia dos animais de estimação sempre foi uma grande aliada de nós, humanos, na busca por conforto afetivo. Conviver harmoniosamente com um cachorro certamente é uma experiência muito recompensadora.

Mas também pode ser uma baita dor de cabeça. A falta de experiência ou de disposição dos donos para educar os animais pode prejudicar a relação com os cães, estimulando a agressividade.

Quando a história não começa bem, a insegurança do pet acaba gerando ansiedade e carência, o que estimula o surgimento de um comportamento inadequado.

Pesquisadora e autora de artigos sobre o comportamento animal, especialmente a questão da agressividade, a veterinária Rubia Burnier (UNIFENAS-MG) aponta que o excesso de mimos e mordomias, assim com a falta de autoridade do dono, aliada ao despreparo para educar, podem influenciar a agressividade do animal em sua busca por dominância ou segurança.

– Quando o cão rosna ou demonstra intolerância ao ser tocado, esconde objetos ou não permite que se aproximem à sua comida, persegue o dono, morde por trás e faz excessiva marcação do território por urina, são sinais de tendências dominantes.

A dica é usar regras firmes para educar e sociabilizar os cães, porém sem usar táticas punitivas, acorrentar ou prender o animal. Também é prudente tomar cuidado para não criar situações que causem estresse ou solidão.

Brincar diariamente com os cães e fazê-los se exercitarem é importante. Assim como evitar o estímulo ao ataque e ensiná-los comandos. Se os cães são socializados e aprendem a respeitar as pessoas desde filhotes, quando adultos eles serão mais equilibrados.

– Os donos precisam ser firmes e não permitir que o cão os ameacem. Nem aceitar que rosnem, ainda que por brincadeira. Entre as brincadeiras, as mais adequadas são as que relaxam o cão, como usar bolinhas. Se o dono bate no cão ou a brincadeira é violenta, pode haver consequências sérias.

Os caninos, de maneira geral, tornam-se agressivos por dominância ou medo. Por isso é importante a autoridade respeitosa e as brincadeiras e passeios. Se o animal cresce sentindo-se tolhido ou inseguiro, pode atacar ou ficar agressivo por razões banais.

– Acima de tudo, o cão necessita de limites, rotina estável e organização social definida, mais do que mimos e mordomias. Com carinho e atenção na medida certa, temos uma convivência harmoniosa e agradável.

 

Veja sete dicas para aprender a domar a agressividade dos cães

Quando o cão rosna ou demonstra tendências dominantes, pede atenção o

tempo todo ou faz excessiva marcação por urina dentro da casa, são alguns

sinais de que ele tem tendências a se tornar agressivo.

 

 

Ensine comandos de obediência ao seu cão. Evite bater, punir ou prender.

Ele deve te obedecer, mas porque entende os códigos de respeito e autoridade,

não porque tem medo.

 

É fundamental ensinar o cão, desde filhote, a respeitar as pessoas em lugares

públicos e na convivência diária. Socializar o animal é imprescindível. Assim,

ele crescerá um adulto equilibrado.

 

Se o cachorro tem o costume de rosnar, ameaçar ou desobedecer, é porque ele

tem tendência a se tornar agressivo. O dono, nesse caso, precisa tomar cuidado

para não se tornar refém do cachorro, impondo sua autoridade com firmeza.

Não aceite que o animal rosne ou te morda.

 

Donos de cachorros temperamentais devem recorrer a um bom adestrador

regularmente e recompensar o bom comportamento com petiscos e agrados.

 

Na hora de passear com o cão, não deixe que ele te arraste. Mostre a ele que você

é quem está no comando.

 

Evite que o cão fique muito isolado ou longe da convivência com outros animais.

Brinque e passeie com ele diariamente. Só assim ele não crescerá inseguro ou

apreensivo. Cães com esse histórico podem atacar por motivos banais.

 

Por que os gatos tem o habito de arranhar?

Qual a razão que todo gato tem de arranhar? Por que ele faz isso? Qual a finalidade?

O ato de arranhar é saudável e próprio do Gênero Felis, ou seja, de todos os felinos, inclusive dos domésticos. Da mesma maneira que ele se lambe para limpar-se ele também precisa aparar as unhas.

Há dois motivos básicos para os gatos arranharem. O primeiro é uma atitude de defesa. O segundo é para se livrar das capas velhas das unhas, que nunca param de crescer e quando crescem, vão formando escamas que são incômodas e por isso eles precisam se livrar delas.

Pare evitar que eles arranhem o sofá, as cadeiras, os tapetes e tudo o mais que encontrarem pela frente, existem os chamados arranha-gatos que são vendidos nos pet shops. Eles podem ter diversos formatos, e o mais comum é um cilindro envolto em corda grossa e instalado na posição vertical. Mas, se o seu gato não gostar do arranha-gato o negócio não funcionará. Existe, entretanto, um truque para fazer com que ele goste. É uma erva, chamada CatNip ou erva do gato, que atrai esses animais. Basta esfregar a erva no arranha-gatos que ele será atraído e acabará se acostumando.

“O ato de arranhar é saudável e próprio

do Gênero Felis, ou seja, de todos os

felinos, inclusive dos domésticos”