Compromissos com as Crianças

O Brasil é o quinto maior país do mundo com uma população de aproximadamente 190 milhões de habitantes (segundo dados do IBGE 2010).

O Rio de Janeiro é a 2ª maior cidade do país, cuja população beira os 6.400.000 habitantes.

A disparidade entre ricos e pobres na sociedade brasileira é uma das maiores do mundo. Os
1% mais ricos da população são responsáveis por 50% da renda brasileira. Já os 50% mais pobres têm que viver representando apenas 10% da riqueza do país.
As questões ligadas a Criança são um problema que tem suas raízes na pobreza mencionada, na negligência do Estado que, quando não as abandonam à própria sorte, promovem ações que nem de perto atendem suas necessidades.

É evidente que as ações do Governo devam atingir todas as classes sociais, mas não temo dizer que as camadas menos privilegiadas financeiramente da sociedade sejam as que mais necessitam desse apoio Governamental.

Toda criança tem o direito a uma família, a um lar, educação e comida em seu prato.

Quando falamos em lar, falamos em CASA. Se pensarmos bem, tendo o dia 24h, sendo que dessas horas, apenas passamos despertos em torno de 14h, sendo que nossas crianças (pré-escola faixa de 2  a 4 anos) passam em média 10 horas em suas creches… restam 4 horas em que estarão em convívio direto com seus responsáveis.

Dentro desse pensamento, a “escola” deveria ser o foco de todas as ações, fossem elas das áreas médicas profiláticas, odontológicas, socio-ambientais, enfim, toda a base para formação de nossos pequeninos.

Atualmente existem 2 modelos de educção pré-escolar gerido pela prefeitura Municipal:

– Municipais: São as creches criadas, mantidas e geridas diretamente pela prefeitura.

-Conveniadas: São aquelas em que a prefeitura participa com aporte financeiro e com administração indireta, muito mais na fiscalização.

Fato é que, em ambas estruturas não vemos o poder público se manifestar ATIVAMENTE (apenas esporadicamente) nas questões mencionadas acima. Vemos diversas UPAS com super lotação, hospitais sobrecarregados, clínicas da família sem condições de atendimento. Mas e a profilaxia? Se essa profilaxia fosse desenvolvida de forma atuante nos pré-escolares, certamente a situação desses centros de atendimento médico não estariam tão sofrível. Um médico que acompanhe regularmente a “população” de um pré-escolar, um dentista, uma psicóloga… todos esses profissionais deveriam ser membros efetivos das estruturas escolares, e não membros dos aparelhos públicos gerais e que, como dito, eventualmente visitassem essas escolinhas.

Eu falo isso com conhecimento de causa graças a meu trabalho no acompanhamento de 200 crianças carentes, atendidas pelo Centro Cultural Vencer, projeto situado na Ilha do Governador e criado para atender crianças das comunidades do Dendê e Guarabú.

Para conhecer o projeto, visite: www.centroculturalvencer.org.br

Dentro do quadro exemplificado, são meus compromissos com as crianças do Rio de Janeiro:

* Ampliar a autonomia na gestão escolar, inclusive com incentivos às escolas com resultados positivos no atendimento das suas finalidades;

 

* Efetiva valorização dos professores, com salários dignos e uma política pedagógica que estimule o processo de aprendizagem;

 

* Acompanhamento regular e profilático de crianças em fase escolar através de médicos, dentistas e psicólogos.

 

* Criação de áreas de lazer em áreas carentes, promovendo a cidadania, o esporte e o lazer para crianças e adolescentes.

 

* Ampliar projetos culturais e socio-ambientais, conscientizando e incentivando crianças e adolecentes para o pensamento sustentável e para os princípios de Cidadania.

 

* A criação dos centros de integração da Criança Cidadã. Tais centros operarão em conjunto com as associações de moradores, tendo a incumbência de gerir todas as ações desenvolvidas para crianças e adolecentes, tendo inclusive a OBRIGAÇÃO da criação de iniciativas que visem atender as propostas já mencionadas, sejam elas na área de cultura, saúde, lazer, educação, etc.

 

São meus compromissos pessoais, independentes de aprovação de Leis:

 

* Projeto mini-vereador – De acordo com uma série de critérios que passam por notas escolares e avaliações ligadas ao projeto, será escolhido um “mini-vereador” ha cada 3 meses, que terá a incumbência de ser acompanhado pela equipe do gabinete, que verá as necessidades da localidade em que vive, propondo melhorias para a vida d crianças e adolecentes de sua região.

 

* Coordenação de Defesa da Criança – Essa coordenadoria de Gabinete será voltada completamente à garantia e fiscalização dos direitos fundamentais da criança de nossa capital estadual, atendendo a denúncias, fiscalizando e ouvindo as necessidades da população Carioca.

 

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