Vamos achar os donos da BELLA

Pessoal,

 

Fui contactado pela amiga Taís de Carvalho nessa manhã sobre a cadelinha BELLA, uma simpática FOX PAULISTINHA que foi encontrada ontem por ela, vagando em Campo Grande – RJ, vagando no Centro desse bairro.

A Taís tem 2 cãezinhos(uma idosinha) de pequeno porte que estão tentando se adaptar a Bella, que deve ter no máximo um ano e meio. Mas é claro que se pudermos encontrar o tutor oficial da Bella, seria tudo de bom…

Ela foi encontrada limpinha, sem pulgas e com uma coleirinha, então, não acreditamos em abandono, mas em perda… ainda mais se tratando de um cão de raça.

Ela, como todo Fox Paulistinha é uma “danadinha elétrica”. Para quem não sabe, a raça é considerada uma das mais inteligentes do MUNDO, e é uma raça originalmente brasileira.

Caso não achemos o dono e ela não venha a se adaptar com as cadelinhas da Taís, estaremos promovendo a adoção da Bella, devidamente castrada,  e com termo de adoção, é lógico!

Vamos espalhar e tentar encontrar o Tutor da Bella… Para contatos:

Taís tel 7916-6650

ABAIXO A FOTOS DA BELLA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para quem não conhece a Raça:

do site foxpaulistinha.com.br

Sobre a raça

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O Terrier brasileiro ou Fox Paulistinha, como também é chamado, apesar de comprovada a existência histórica desta raça em vários estados do Brasil, originariamente foi mais comum no interior do Estado de São Paulo, por isso é mais comum o nome Fox Paulistinha, do que o nome de registro, Terrier Brasileiro, que foi criado por ocasião do processo de registro da raça, também sempre foi conhecido no Rio Grande do Sul como Fox, e em Minas Gerais como foquinho. Foi a terceira raça de cão originalmente brasileira a ser reconhecida pela Federação, e é a segunda com reconhecimento mais antigo das que ainda são reconhecidas.

Não se tem certeza de suas exatas origens, mas há três hipóteses mais difundidas, a oficial, que consta no padrão oficial da raça Terrier Brasileiro, diz que descendem de cães do tipo Terrier trazidos da Europa pelas esposas dos filhos de fazendeiros, que muito freqüentemente, a partir de meados do século XIX e início do século XX, iam estudar na Europa, e quando retornavam, muitas vezes casados, traziam pequenos cães do tipo Terrier, que eram muito comuns entre as famílias mais abastadas deLondres e Paris nesta época, possivelmente eram das raças Parson Russel Terrier, Jack Russel Terrier e Fox Terrier de pelo liso, que eram raças muito comuns na Inglaterra neste período. E estes cães ao cruzarem com cães das fazendas no Brasil, e no campo sendo

aproveitados na caça, na guarda e em menor escala no pastoreio de ovelhas, teriam criado em poucas gerações uma nova raça. Com o desenvolvimento das grandes cidades, os fazendeiros e suas famílias migraram para os grandes centros urbanos, desta forma o Fox Paulistinha sofreu outra mudança de ambiente que teria contribuído em sua formação. Onde inclusive teve a importante função de guardar as mercadorias dos armazéns da ação predatória de roedores.

Há outra hipótese bem forte, e com dados históricos que diz que cães de tipo Terrier, sem precisão de raça definida, viajavam como caçadores de ratos em navios mercantes, principalmente nos ingleses, desde o século XIX. Os cães teriam sido tripulação fixa nestas embarcações devido ao receio que a população européia tinha da peste negra, e os cães ajudavam no controle dos ratos. E ao aportarem em portos brasileiros, teriam cruzado com cães locais adaptados as características ambientais brasileiras, e assim acredita-se que o Terrier Brasileiro teria se originado. Este mesmo processo teria criado outras raças em outros países. Uma ultima hipótese menos difundida diz que o Terrier Brasileiro é um cão indígena da região onde é hoje o Estado de São Paulo.

Tendo o mesmo padrão rácico desde 1920, a primeira tentativa de reconhecimento ocorreu em 1964, mas pelo baixo número de registros o processo foi cancelado. Depois de muito trabalho por parte de alguns criadores, a raça recebeu o reconhecimento provisório em 1995 e o definitivo em 2006. Esse processo é feito pela FCI, com sede na Bélgica e que tem uma série de regras a serem cumpridas antes do reconhecimento definitivo como comprovar ausência ou controle de doenças genéticas, número mínimo de exemplares sem parentesco próximo, ninhadas que nasçam homogêneas, etc.

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