Fazendeira de MS é libertada após pagar fiança de R$ 27 mil

Pois é, esse é o nosso país… quando achavamos que ia dar em alguma coisa… a legislação permissiva solta a criminosa!

r$ 27.000,00 deve ser o preço que ela cobrava por 1 SAFARI dos que ela fazia na sua fazenda, escondida sob a pele de uma ambientalista, que ainda por cima recebia do governo para PRESERVAR!

Muito pouco, muito pouco mesmo pelo preço das vidas dos animais que ela ajudou a matar.

Detalhe, no IBAMA, animais silvestres são catalogados como VALOR INESTIMÁVEL! Balela, os famosos “Colóquios flácidos para acalentar bovinos” – traduzindo: papo Mole Para Boi Dormir!

Outro detalhe importante… ela foi presa por “porte ilegal de armas” e não pelos crimes ambientais!

Esse é nossos Brasil, essa é nossa legislação… esse é nosso EXECUTIVO!

(do G1)

Suspeita de envolvimento em safáris ilegais foi presa por posse de armas.
Advogado disse que revólveres e espingarda pertencem a tio de fazendeira.

Beatriz foi presa por posse ilegal de arma de fogo (Foto: Ricardo Campos Jr./G1 MS)

Beatriz é suspeita de envolvimento em safáris ilegais
no Pantanal
(Foto: Ricardo Campos Jr./G1 MS)

A fazendeira Beatriz Rondon, investigada pela Polícia Federal por suspeita de
participar e organizar safáris ilegais no Pantanal de Mato Grosso do Sul, e que
havia sido presa na manhã desta sexta-feira (29) por posse de arma, foi
libertada no início da tarde após pagar fiança de R$ 27 mil.

 

Na saída da Superintendência da Polícia Federal em Campo Grande, Beatriz
Rondon não quis falar sobre a prisão.

Segundo a PF, ela foi presa durante o cumprimento de um mandado de busca e
apreensão em uma fazenda em Aquidauana, cidade a 130 quilômetros de Campo
Grande. O advogado de defesa da fazendeira, Renê Siufi, disse que as armas
apreendidas pertencem ao tio de Beatriz e que estavam guardadas a pedido dele.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Alexandre do Nascimento, dois
revólveres e uma espingarda foram encontrados no quarto de Beatriz, o que
motivou o flagrante. A PF e o Ibama cumpriram ao todo seis mandados de busca e
apreensão em três cidades de Mato Grosso do Sul e em uma de Mato Grosso, como
desdobramento da Operação Jaguar 2, deflagrada em maio deste ano. À época, as
investigações apontaram a existência de um vídeo registrando safáris ilegais no
pantanal, com matança de onças pintada e parda.

O delegado afirmou que, no dia 10 de julho, pediu a prisão preventiva de
Beatriz Rondon, do caçador Antônio Teodoro, conhecido como Tonho da Onça, de um
piloto de avião e de estrangeiros que participavam do safári. Entretanto, os
pedidos foram negados pela Justiça. Apenas os mandados de busca e apreensão
foram autorizados, segundo Nascimento.

Siufi diz que a cliente nega as acusações de participação e promoção dos
safáris em que havia matança de onças. Afirma ainda que as peles de animais –
apreendidas na operação passada – são antigas.

No trecho do vídeo onde aparece a matança de uma onça-pintada, o advogado
confirma que as imagens foram produzidas na propriedade de Beatriz. “Quando o
vídeo foi gravado, ela ainda não participava da ONG de proteção às onças, e na
ocasião ela havia sido apenas convidada para uma caçada. Mas ela não organizou e
nem praticou a caça e matança de onças em sua propriedade”, afirmou o
advogado.

Polícia apreendeu armas, munição, peles e chifres de animais nesta sexta-feira (29) (Foto: Ricardo Campos Jr./G1 MS)
Polícia apreendeu armas, munição, peles e chifres de animais
nesta sexta-feira (29) (Foto: Ricardo Campos Jr./G1 MS)

 

 

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