Caça ilegal de rinoceronte na África do Sul já matou 200 animais, diz WWF

Olha, nada com xenofobia, mas por que tem sempre que ser os asiáticos? Um povo que constrói um chip minúsculo de computador, ou que criou o Tai chi, ou ainda que desenvolveu a medicina oriental… e continuam com práticas arcaicas contra os animais! Na bôa? Que povinho “neandertal”!

(do G1)

A maioria das mortes foi registrada em parques nacionais e safáris.
Caça é fomentada pela demanda de chifres na Ásia, onde custam caro.

Levantamento feito pela ONG (organização não-governamental) WWF aponta que
200 rinocerontes foram mortos na África do Sul durante o
primeiro semestre de 2011. A estatística foi feita a partir de informações do
departamento de parques nacionais.

Ainda segundo a WWF, se a caça ilegal não for reprimida, poderá exceder aos
níveis de 2010, quando 333 rinocerontes foram mortos no país.

Oficialmente, de janeiro a junho de 2011 foram 193 mortes, a maioria
registrada no Parque Nacional Kruger, um dos safáris mais famosos do mundo e que
já perdeu 126 exemplares da espécie no período. Durante todo o ano passado,
foram 146 rinocerontes caçados.
“Essa prática tem sido cometida por criminosos sofisticados, que caçam a
partir de helicópteros e usam armas automáticas”, afirmou Joseph Okori,
coordenador do programa de proteção aos rinocerontes africanos da WWF.
Fêmea adulta de rinoceronte africano com filhote, fotografados em parque nacional do Quênia (Foto: Martin Harvey/WWF)

Fêmea adulta de rinoceronte africano com filhote,
fotografados em parque nacional do Quênia (Foto: Martin
Harvey/WWF)

Medidas
O país abriga a maior população de rinocerontes
do tipo africano, incluindo rinocerontes brancos e negros, sendo que esta última
espécie está criticamente ameaçada de extinção.

Para tentar reduzir os índices, medidas de proteção judicial causaram123
detenções até o fim de junho. No ano passado, as autoridades sul-africanas
prenderam um total de 165 caçadores suspeitos, condenando apenas quatro.
Entretanto, ainda há processos em andamento.

De acordo com a organização, a caça ilegal deste ‘gigante africano’ tem sido
fomentada pela alta demanda de chifres na Ásia, onde são altamente valorizados
pela medicina tradicional.

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