Encontro de Direito Animal em Queimados

Pessoal,

Fui convidado pela querida Maria Amélia da Silva, Presidente e Fundadora do Pró Vida Animal, para compor o quadro de palestrantes em encontro que se realizará ainda esse mês em Queimados.

Vou ter o prazer de rever a Dra. juliana Emerique Amorim, ex delegada da DPMA e atual da DP de Queimados, com quem tive o prazer de trabalhar por quase 2 anos. Juntos salvamos muitas vidas.

Então, vamos divulgar esse importante encontro!

 

 

 

Cães são mortos brutalmente e jogados em lixão em Volta Redonda (RJ)

Reproduzindo do site ANDA, para que a divulgação seja maior!
Esse prefeito tinha que pagar por isso. Não vamos deixar a coisa morrer… temos que divulgar e repassar ao máximo de protetores possível!
(de ANDA)
A população de Volta Redonda (RJ) deve redobrar as orações a São Francisco de Assis, o protetor dos animais. Só o santo poderá salva-los do triste fim que está reservado aos cachorros de rua do município. Segundo denúncias, funcionários do CCZ, da Secretaria Municipal de Saúde, localizado em Três Poços, estariam sendo obrigados a sacrificar os cachorros, saudáveis ou não, que são levados para o local. Inclusive, há informação que nos últimos dez meses, dez cães de raça ou não, teriam sido mortos com a aplicação de injeções letais e seus corpos jogados no lixão municipal, na Rodovia Trancredo Neves.

Segundo um jovem universitário, que constantemente visita o CCZ, uma das últimas vítimas desse crime teria sido um cão da raça pit bull. O animal considerado dócil e brincalhão, ficou alguns dias no local, mas como não teria sido requisitado para adoção, acabou sacrificado.

Foto: Reproducão/ JA

“Várias vezes fui ao canil do CCZ apenas para brincar com esse pit bull, só não o adotei porque na minha casa não tem espaço para um cão desse porte. Mas de uma hora para outra dei falta dele e fiquei sabendo que o sacrificaram”, revela. “Eles simplesmente pegam os cães e mata, pois querem ter menos trabalho de cuidar dos animais. É  uma espécie de pena de morte, com direito a cadeira elétrica. É um total absurdo o que a prefeitura está fazendo com esses animais”, diz o universitário que teve a identidade preservada.

De acordo com frequentadores do CCZ, fatos como esses são comuns em Volta Redonda. A justificativa dessas mortes seria reduzir a superlotação de cachorro nas ruas da cidade. O detalhe é que além da brutalidade com os animais, a prefeitura estaria descumprindo a Lei Municipal 4,108, de 25 de outubro de 2005, que determina no artigo 1º, que é “expressamente proibido o extermínio de animais abandonados como controle populacional ou de zoonoses”.

O artigo 2º da Lei determina que “o controle populacional e de zoonoses dos animias, a que se refere o artigo 1º desta lei, será exercido mediante a prática de esterilização cirúrgica, promovida pelo Poder Público Municipal, de forma inteiramente gratuita. e acessível a todos os tutores dos animais. Independente de comprovação de renda”. É justamente isso que cobram os membros do grupo da Associação Vira-Lata, que são profissionais de diversas áreas e que há sete anos trabalham voluntariamente, pelo animal e não com o animal. “A prefeitura só cumpre um item da lei, que é de não recolher os animais da rua”, destaca a integrante da Vira-Lata, a fotógrafa Liz Guimarães. “Quem maltrata um animal, pode até ser preso, pois é crime. Inclusive, o prefeito”, completa.

A Vira-Lata tem como foco a educação pela guarda responsável, castração e aoção dos animais.

“Não recolhemos cães e gatos, pois não possuímos abrigo. O nosso trabalho é voltado para dar visibilidade aos animais. Informando e sensibilizando a sociedade e o poder público sobre o Direito dos Animais, na tentativa de traze-los para a discussão e solução do problema dos animais maltratados”, afirma Marta Ribeiro, também participante da associação.

Para os integrantes da Vira-Lata o caminho para evitar que essa barbariedade continue acontecendo na cidade do aço, seria a prefeitura fazer uma campanha de conscientização da comunidade, por meio de campanhas educativas que estimulem o controle da natalidade pela esterilizacão. “A prefeitura tem que educar as pessoas com relacão aos animais, fazendo um trabalho preventivo. Até porque o grande vilão dessa situação é a sociedade, que abandona um animal na rua, por falta de interesse e compaixão”, destaca Liz Guimarães.

Desde 2005 a Vira-Lata já apresentou oito representações no Ministério Público contra a prefeitura de Volta Redonda, sendo que sete são relativas aos dois últimos anos. O motivo seriam denúncias de maus-tratos a cães, gatos e até cavalos sob a responsabilidade do CCZ e o não cumprimento das leis vigentes de proteção aos animais. “O problema que todas essas representações é que estão dependendo de respostas do prefeito Neto, que sempre usa de algum artifício para fugir dos questionamentos feitos”, Revela Mariana Ribeiro.

Até quarta-feira, dia 17, quando a reportagem da “Folha do Aço” esteve em Três Lagoas, no CCZ, quatro cachorros SRDs ainda estavam no canil do local. Resta saber se eles foram os próximos na lista de extermínio da prefeitura, a serem descartados no lixão da cidade como aconteceu com os demais.

Fotos e denúncias podem ser eviadas através do site da associação Vira-Lata www.vira-lata.net.

Fonte: Jornal do Aço (versão impressa)

Zoológico é autuado por repassar animais sem autorização no Rio

Só eu disse que lá tinha tráfico de animais… eu avisei as autoridades, o MP, o IBAMA… mas ninguém seguiu adiante!

Agora a verdade aparece!

Não quero louros, apenas sinto pois, mais de um ano depois, quantos animais também não terão sido “entregues” a terceiros particulares???

Algum dia eu terei voz ativa, e nesse dia, muita coisa vai aparecer!

Para quem não lembra, olha a prova aqui: http://www.fabianojacob.com.br/2011/04/zoonit-chimpanze-jimmy-e-a-historia-que-ninguem-conhece-sobre-essa-instituicao/

(do Jornal de Floripa)

O zoológico de Niterói foi autuado nesta quarta-feira em R$ 1,032 milhão por
receber animais e deixá-los aos cuidados de terceiros sem autorização. A
autuação ocorreu durante operação do Ibama que contou com o apoio da Polícia
Federal, do Batalhão Florestal da PM e da Advocacia Geral da União.

O zoo teria enviado 490 animais que recebeu para particulares. A Polícia
Federal deve ser acionada pelo Ibama para investigar a suspeita de tráfico de
animais.

“Alguns animais a gente não vai mais recuperar. O zoológico informava que
havia mandado para uma pessoa, íamos lá e ela não tinha recebido nada”, contou a
chefe substituta de fiscalização e área técnica do Ibama no Rio, Lisia Vanacôr.

O zoo de Niterói, que deve fechar até agosto, por determinação da Justiça,
também foi autuado em R$ 9.000 por maus-tratos de animais que guardava. Vanacôr
informou que uma fragata estava com uma pata necrosada e outra ave foi achada
com um osso exposto por veterinários do instituto.

Um leão que já havia sido retirado do zoológico e enviado para o de Brasília
morreu logo ao chegar, de câncer na boca, lembrou Vanacôr.

Segundo ela, o Ibama vem retirando animais do zoo de Niterói desde o ano
passado. Hoje, entre 7h e 11h, foram resgatados um leão, várias aves, 40
macacos-prego e o chimpanzé Jimmy, um dos animais mais conhecidos do lugar.

Eles serão enviados para o GAP (Grupo de Apoio aos Primatas), entidade de
proteção aos animais de Sorocaba (99 km de SP).

Vanacôr afirmou que animais eram deixados indevidamente no zoo depois de
apreendidos pelo Batalhão da Polícia Florestal, a Polícia Civil ou o Corpo de
Bombeiros. Depois, o zoo de Niterói, sem ter autorização do Ibama, os deixou
indevidamente sob a guarda de terceiros.

Ela afirmou que o Ibama tem um centro de recepção em Seropédica, para onde
devem ser enviados os bichos apreendidos pelas autoridades.

Estudo afirma que uma em cada dez espécies pode ser extinta até 2100

E precisou de um estudo apurado para isso???

Fala sério!

(do g1)

Pesquisa diz que animais e vegetais já sentem efeitos da mudança do
clima. Previsões dos efeitos climáticos e relatos de alterações foram
utilizados.

Estudo elaborado por pesquisadores da Universidade de Exeter, no Reino Unido,
aponta que uma em cada 10 espécies de animais e vegetais poderá ser extinta até
2100 devido aos efeitos da mudança climática.

De acordo com os cientistas, foram examinados efeitos recentes do aquecimento
global nesses grupos, comparando ainda com as previsões futuras do fenômeno.

Publicado na revista PNAS, o estudo utilizou a lista vermelha de espécies em
risco elaborada pela organização ambiental IUCN (União Internacional para a
Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais, na tradução do inglês),
cruzando essas informações com cerca de 200 previsões de efeitos da mudança do
clima citadas em estudos elaborados em todo mundo, assim como 130 relatos de
alterações que já ocorreram.

Extinto
Com os dados, foi possível prever, por exemplo,
que uma planta endêmica chama cañada, encontrada em Tenerife, nas Ilhas
Canárias, tem entre 74% e 83% de probabilidade de desaparecer nos próximos 100
anos, como resultado das secas.

Em Madagascar, uma elevação da temperatura em 2ºC poderá reduzir a quantidade
de répteis e anfíbios que vivem nas cadeias de montanhas da ilha. Na Europa, a
quantidade de aves encontradas nas florestas boreais sofrerá redução, como a
população do Borrelho-ruivo, que tem chance de 97% de desaparecer até 2100.

Ilya Maclean, um dos autores da pesquisa, afirma que as informações servem de
alerta para uma ação imediata no combate aos efeitos do aquecimento global.

“Muitas espécies já estão em declínio e podem se tornar extintas se as coisas
continuarem como estão. Chegou a hora de pararmos com as incertezas e de
encontrarmos desculpas para não agirmos. Nossa pesquisa mostra que os efeitos
nocivos das alterações climáticas já estão acontecendo e podem ultrapassar as
previsões”, disse Maclean.

Brasil defende ideia de criar reserva de baleias no Oceano Atlântico Sul

Mesmo sendo uma solução paliativa, seria bom… mas é utópico.

Japoneses e Americanos (que os apoiam vergonhosamente) não permitirão isso NUNCA!

É como outras questões da vida animal protegida… pessoas buscam soluções paliativas porque sabem que as definitivas JAMAIS serão aceitas.

Afinal, existem mais COI$A$ entre o céu e a Terra do que PRE$UME a NO$$A vã FILO$$$$$OFIA.

(da france Press)

Junto com a Argentina, país quer conservar espécies da caça  comercial.
Debate sobre o tema ocorre em reunião da Comissão Baleeira Internacional.

Criar grandes zonas protegidas onde as baleias possam viver sem medo dos
arpões, mesmo que a moratória vigente sobre a caça de cetáceos seja suspensa, é
o objetivo de países como Brasil e Argentina, conscientes de seu potencial
turístico.

Durante a reunião anual da Comissão Baleeira Internacional (CBI), que ocorre até quinta-feira (14) na ilha de Jersey, Brasil e Argentina colocaram novamente na agenda do dia um projeto de refúgio para o Atlântico Sul, que se somaria a duas grandes reservas já existentes, no Oceano Índico (desde 1979) e no Oceano Austral (1994).

“A finalidade de uma reserva é fortalecer a moratória. Se um dia ela se abrir, serão conservadas grandes porções de oceanos fechadas à caça comercial”, explica Vincent Ridoux, membro do comitê científico da CBI, a única instância de gestão dos grandes cetáceos.

No entanto, há poucas probabilidades de que esta proposta seja adotada neste ano, já que “isso faz parte das coisas que os japoneses rejeitam sistematicamente”, destacou Ridoux, membro da delegação francesa em Jersey.

O Japão continua capturando todos os anos pequenos rorquais na reserva do Oceano Austral, no âmbito de sua caça chamada científica, diante da ira dos defensores dos cetáceos. “Para nós, o mais importante é enviar um sinal político e conservar o tema na agenda do dia”, destacou o responsável da delegação brasileira, Marcus Paranagua.

Uma reserva no Atlântico Sul seria útil para “ao menos sete espécies, entre as quais encontram-se a baleia azul, a baleia jorobada, a baleia franca e o rorqual comum”, segundo Javier Rodríguez, um professor de biologia da Costa Rica e fundador da Fundação Promar.

Espécie costuma ir à região argentina entre junho e dezembro para reprodução. (Foto: Maxi Jones/Reuters)
Imagem de baleia-franco-austral dando saltos em reserva
especial na Patagônia Argentina. (Foto: Maxi Jones/Reuters)

Nova reserva
A criação de uma nova grande reserva no  Atlântico Sul, cujo trecho iria do Equador até os limites do Oceano Austral,
permitiria sem dúvida proteger de forma mais eficaz as baleias que percorrem milhares de quilômetros.

“A baleia jorobada, por exemplo, passa sua temporada de reprodução nas águas quentes, e depois sua temporada de alimentação nas águas frias, o que significa que o refúgio do Oceano Austral não é suficiente para esta espécie”, explicou Willie McKenzie, militante britânico do Greenpeace. “Ao criar uma reserva maior, você protege todo o ciclo vital da baleia”, acrescentou.

Além da simples preservação das baleias, o “objetivo dos países sul-americanos, apoiados pela África do Sul”, é também “desenvolver uma
atividade turística sobre uma população de baleias com boa saúde”, lembrou Vincent Ridoux, referindo-se à observação destes cetáceos.

Para muitos países que não são caçadores, as baleias permitem em primeiro lugar atrair os turistas. Segundo um estudo, o primeiro deste tipo, apresentado durante a reunião da CBI em Agadir, em 2010, esta atividade poderia arrecadar potencialmente 3 bilhões de dólares anuais e criar 24 mil empregos no mundo.

Esta perspectiva também explica a razão de, regularmente há cerca de 10 anos, os sul-americanos apoiarem este projeto, que para ser adotado deve obter a aprovação de três quartos dos 89 membros da CBI.

Não há dúvida de que voltará a se falar da reserva do Atlântico Sul no próximo ano, durante a próxima sessão da CBI, que será realizada no Panamá.

Operação do Ibama retira animais do zoológico de Niterói, no RJ

Como é doce a vitória dos JUSTOS. Finalmente aquele campo de concentração, “sumiço” de animais e maus tratos será definitivamente fechado! O Jimmy finalmente se livra das barras de uma jaula!

Para quem não lembra de minhas denpuncias sobre o Zoo Nit, basta procurar aqui no site.

Não é todo dia que vemos a justiça ser feita nesse país. Para muitos a data de 13/07/2011 não vai significar nada, para mim, jamais será esquecida!

Mais ainda sofro pelos animais domésticos do local e pelos pobres animais que ficam na fazendinha!

(do G1)

Chimpanzé Jimmy está entre os 42 animais removidos nesta quarta (13).
Só restarão no zoológico animais domésticos e da fazendinha.

 

Chimpanzé Jimmy (Foto: Pablo Jacob/Agência O Globo)C
himpanzé Jimmy será levado para santuário
em Sorocaba (Foto: Pablo Jacob/Agência O Globo)

Por determinação judicial, o Ibama deu início, na manhã desta quarta-feira
(13), à retirada de todos os animais silvestres do zoológico de Niterói
(Zoonit), na Região Metropolitana do Rio. De acordo com o chefe da Divisão de
Proteção Ambiental do Ibama, Márcio Urselino, serão removidos 42 animais de
médio e grande porte, como o chimpanzé
Jimmy, que se transformou numa espécie de símbolo do zoológico.

A administradora do Zoonit, Giselda Candiotto lamentou a atitute de Ibama.
Segundo ela, o instituto está se baseando num Termo
de Ajustamento de Conduta (TAC), que já não vale mais. Na tarde desta
quarta-feira (13), ela vai se reunir com vereadores na Câmara de Niterói. A
Câmara e a prefeitura de Niterói devem assumir a gestão do parque.

Só ficarão os animais domésticos
Por uma questão de
estrutura logística, alguns poucos animais silvestres ainda permanecerão no
espaço, segundo Urselino. São bichos que necessitam de uma estrutura especial
para a remoção. Além dessas espécies, apenas os animais domésticos, como cães e
gatos, e os que compõem a fazendinha ficarão no Zoonit.

“Estamos cumprindo uma decisão judicial, já que não foram feitas as
adequações necessárias para abrigar os animais silvestres. Não cabe ao Ibama
decidir o fechamento do zoológico, que é um local público. Mas temos como
atribuição fiscalizar para que os animais silvestres, alguns inclusive, em
extinção, recebam os cuidados necessários e fiquem em recintos adequados”,
destacou Urselino.

Além do chimpanzé Jimmy, estão sendo retirados macacos-prego e aves. Segundo
Urselino, o chimpanzé e os outros macacos serão levados para o Santuário dos
Primatas, em Sorocaba, em São Paulo. As aves serão levadas para outros
zoológicos do Rio.

Além de técnicos do Ibama, participam da operação a Polícia Federal, o
Batalhão Florestal e de Meio Ambiente (BFMA) e a Advocagia Geral da União.

Desde outubro de 2010, depois de observar a falta de condições dos recintos, o Ibama
começou a fazer a transferência dos animais, que foram enviados para
instituições no Rio, em Volta Redonda, no Sul Fluminense, e em Brasília.