Fotógrafa explora inserção de animais na sociedade

A idéia foi espetacular. Provavelmente ela deva ser uma amante dos animais!

(do G1)

Colleen Plumb percorreu os EUA para tentar retratar contradições no
relacionamento de seres humanos com bichos.

Por mais de uma década, a fotógrafa americana Colleen Plumb percorreu o país
retratando situações que mostravam como diferentes tipos de animais estavam
inseridos na sociedade atual.

 

O resultado desse trabalho foi transformado na série Animals are Outside
Today (Animais estão fora hoje, em tradução livre), que reúne mais de 70 imagens
expostas em uma galeria de Miami e em um livro homônimo.

 

Animais inserção 1 (Foto: Dina Mitrani e Jen Bekman / Colleen Plumb)
A tartaruga acima foi retratada em seu habitat
natural. (Foto: Dina Mitrani e Jen Bekman / Colleen Plumb)

 

Parte das imagens da série mostra animais vivos, sejam domesticados ou em seu
habitat natural. Mas há também fotos de de animais mortos, usados para
decoração, estudo ou consumo.

 

A fotógrafa explica que sua ideia era a de investigar a afinidade em relação
a alguns bichos e a falta de conexão com outros.

 

Animais inserção 2 (Foto: Dina Mitrani e Jen Bekman / Colleen Plumb)
A série de fotos conta não só com animais vivos,
mas também com representações como no caso do elefante acima.
(Foto: Dina Mitrani e Jen Bekman / Colleen Plumb)

 

Animais inserção 3 (Foto: Dina Mitrani e Jen Bekman / Colleen Plumb)
A fotógrafa norte-americana Colleen Plumb examina
como animais são inseridos na sociedade atual na série ‘Animals
are Outside Today’ (Foto: Dina Mitrani e Jen Bekman / Colleen Plumb)

 

Animais inserção 5 (Foto: Dina Mitrani e Jen Bekman / Colleen Plumb)
Animais inserção 5 (Foto: Dina Mitrani e Jen Bekman
/ Colleen Plumb)

Holanda aprova lei que proíbe sacrifício de animais em rituais

Algum dia isso acontece aqui no Brasil também. Apesar de sermos um estado LAICO, existem alternativas já adotadas por vertentes religiosas que substituem os “jurásicos” sacrifícios animais!

(do G1)

Nova regra é alvo de protestos de cristãos e organizações religiosas.
Na Europa, seis países já têm leis que restringem esta prática.

O Parlamento holandês aprovou nesta terça-feira (27), apesar da oposição dos
partidos cristãos e das organizações muçulmanas e judaicas, uma lei que proíbe o
sacrifício de animais em rituais.

A proposta foi aprovada com 116 votos a favor e 30 contra, em uma votação
individual e aberta. Normalmente, as decisões são tomadas por grupos
parlamentares em bloco.
O projeto da lei, apresentado pelo Partido para os Animais (que possui duas
cadeiras no Parlamento), estava há meses sendo debatido e havia grupos que
defendiam que a proposta era contrária ao direito constitucional que protege a
liberdade religiosa.

Finalmente, foi feito um acordo graças a uma emenda que permite às
organizações muçulmanas e judaicas realizar sacrifícios caso demonstrem
cientificamente que seu método causa menos dor ao animal do que as formas
“regulares” de sacrifício.

Os partidos cristãos haviam pressionado para que se esperasse pela resposta
dos juízes a um procedimento que associações judaicas e muçulmanas levaram aos
tribunais.

Nesse processo, as organizações religiosas pediam aos juízes que se
pronunciassem sobre a independência de um estudo da Universidade de Wageningen
(leste da Holanda) que sustentava que o sacrifício em rituais causava mais dor
do que o método habitual, que deixa o animal inconsciente antes de matá-lo.

A pesquisa acadêmica foi de grande importância para que a proposta de lei
contasse com a maioria do Parlamento. De acordo com especialistas, cerca de 2
milhões de animais são sacrificados anualmente em rituais na Holanda.

Ao aprovar a lei, a Holanda se soma a Suécia, Noruega, Áustria, Estônia e
Suíça, que também contam com leis que proíbem este tipo de práticas.