Zoológico de Brasília diz que leoa afastada de parceiro já superou separação

Ótimo… a cada dia os argumentos sentimentalistas e sem fundamentos do Zoonit através de sua administração, caem por terra! Para a felicidade desses animais retirados de lá!

(do R7)

Elza foi transferida para Brasília em fevereiro, deixando parceiro Dengo para trás

Mesmo longe de parceiro, Elza brinca e rola no chão quando alguém se aproxima de seu recinto

Afastada de seu parceiro desde o dia 15 de fevereiro, a leoa Elza já superou a separação, de acordo com funcionários do zoológico de Brasília. De acordo com eles, a felina se alimenta bem e não apresenta sinais de estresse.

Elza foi enviada para a o zoológico da capital do país depois que o Ibama determinou a remoção dos animais do zoológico de Niterói, que corre o risco de ser fechado – o parque carioca enfrenta um processo na Justiça, pois, de acordo com o Ibama, não tem estrutura adequada para abrigar animais.

A superintendente de conservação e pesquisa do zoo de Brasília, Juciara Belles, afirma que Elza está adaptada à sua nova moradia.

– Ela está sendo muito bem tratada, toda vez que vem o tratador dela ela chega perto, ela pede carinho, quando chegam pessoas perto do recinto ela brinca, rola no chão, põe as pernas pra cima. Ela se alimenta bem, bebe água e tem todas as atividades normais. Em nenhum momento ela mostra sintomas de stress.

Juciara conta ainda que o recinto onde Elza é mantida – longe da visitação ao público – é adequado, rebatendo boatos de que a felina estaria num local muito apertado.

– O recinto dela é um recinto apropriado para um setor extra [longe do público], para manejo, com piso de areia, apropriado para esse caso. O recinto tem quarenta metros quadrados, e não 10, como foi falado.

Sobre a possibilidade de receber o leão Dengo, parceiro de Elza que ficou em Niterói, Juciara afirma que, no momento, o zoológico de Brasília não tem condições. Há um plano de se fazer um recinto especial para felinos que poderia abrigá-lo, mas, no momento não há dinheiro para isso.

Leão Yuri

Juciara rebate também a afirmação de Giselda Candioto, diretora do zoológico Niterói, de que o zoológico de Brasília foi contraditório ao informar o motivo do sacrifício do leão Yuri – transferido junto com Elza.

Giselda disse ao R7 que recebeu três explicações diferentes para o sacrifício do bicho – o fato de ele ter um tumor na boca, a síndrome de imunodeficiência felina (Aids felina) e leucemia. Juciara nega, e diz que o parque de Brasília sempre informou que a opção pela eutanásia de Yuri se deu pelo fato de ele ter um tumor na mandíbula.

– Yuri estava com um tumor na mandíbula, muito grande, e já estava recusando alimentos há algum tempo, muito enfraquecido, com poucas chances de recuperação, e a avaliação médica indicava que ele não tinha condições nem de fazer um tratamento específico. Ele não ia resistir a um tratamento quimioterápico.

Juciara nega, ainda, que os veterinários de Brasília não tenham feito uma biópsia para constatar a doença.

– Foi feita biópsia, fizemos relatório de necropsia onde constam todos os exames que foram feitos, o resultado da biópsia, fotos da primeira cirurgia que o animal sofreu, fotos de quando foi feita a eutanásia, mostrando o estado que estava. Não tem nenhum veterinário responsável que seja contra esse tipo de procedimento, porque é o que se faz.

Ela afirmou que os exames confirmaram que Yuri tinha também a Aids felina, mas que isso não seria motivo para eutanásia. Já a informação sobre leucemia, Juciara diz desconhecer.

No Dia dos Namorados, conheça os bichos que são exemplo de fidelidade

E depois dizem que os animais são irracionais… são mais racionais que muito ser humano!

(do R7)

Alguns animais são naturalmente propensos à monogamia; conheça oito deles

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Símbolo de romantismo, o cisne-branco só parte para outra depois da morte da parceira

Nós, humanos, às vezes podemos pensar que somos a mais romântica e fiel das espécies. Mas, embora muitos animais sejam reconhecidamente desapegados e tenham vários parceiros por aí, há exemplos de união duradoura e, por que não dizer, até poética entre os bichos.

É claro que isso não vale para os os ursos-pardos e marinhos ou mesmo diversas espécies de macacos.

Porém, você sabia que animais como o castor, o cisne-branco e a águia-de-cabeça branca podem ficar com o mesmo parceiro até que um dos dois morra?

Nesse sentido, não é errado dizer que alguns animais são mais fieis do que muita gente!

 

Para os urubus-de-cabeça-preta, estimular a monogamia é tradição familiar. Se um urubu desses é pego copulando com outra parceira, ele é atacado não só por sua companheira, mas também por outros urubus por perto

Jeff J Mitchell/GettyImages

O pinguim-imperador é bastante fiel, como mostra o filme Marcha dos Pinguins. Eles são citados como modelo de monogamia. O detalhe é que estes simpáticos animais das geleiras ficam com suas parceiras apenas durante uma temporada de acasalamento. A cada nova ninhada, eles trocam de parceiras

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Os lobos são quase como os pinguins. Eles podem ter várias parceiras ao longo da vida, porém uma de cada vez, nunca várias ao mesmo tempo. Quando estão num relacionamento, eles são fiéis. Uma loba troca de parceiro apenas se seu parceiro morre ou é expulso do grupo

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A águia-de-cabeça-branca, símbolo do emblema norte-americano, é também símbolo de monogamia. Estas aves são fieis até que uma das partes do casal venha a morrer ou fique impotente

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O macaco gibão tem costumes parecidos com os dos humanos quando o assunto é relacionamento. Os casais formam laços fortes que podem durar a vida toda. O gibão faz parte dos 6% dos primatas que assumem a monogamia, vivendo em famílias pequenas, onde as fêmas estão no comando

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Não foi ao acaso que o cisne-branco virou símbolo de união amorosa duradoura, como bem atesta a conhecida representação em imagem de dois cisnes juntinhos com seus pescoços formando um coração. Os laços fraternos de um casal de cisnes pode durar a vida toda

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As rolinhas pertencem à família Columbidae, que inclui também os pombos. A expressão “parecem dois pombinhos” tem origem, quem sabe, na fidelidade desta espécie, que costuma voar em pares. Há até um poema de Shakespeare inspirado na ave, chamado “The Phoenix and the Turtle” – rolinha, em inglês, é chamada de “turtle dove”

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O castor é outra espécie que, depois de encontrar sua alma gêmea, firma relacionamento duradouro. A união dos castores só acaba mesmo com a morte de uma das partes, e os pais dividem a responsabilidade de cuidar dos filhotes