Leão levado do Zoo de Niterói foi morto em Brasília, diz direção do Zoonit

Bom, eu sou contrário a qualquer tipo de sacrifício, salvo quando ha sofrimento EXTREMO do animal… assim como sou favorável a eutanasia humana nas mesmas condições… Mas acho que devamos ter cuidado com as colocações, até que uma versão oficial venha a público. Podemos sim, cobrar essa resposta oficial.

Cabe aqui lembrar que, a AIDS felina é contraida pelo contato desse leão com animais domésticos (gato). E se ele contraiu a doença em primeiro lugar foi EXATAMENTE pela negligência do Zoo de Niterói, que permitia a permanência de centensa d…e gatos em suas dependências… Lembrando ainda que, quando foram ameaçados de perderem os animais, resolveram dar “sumiço” nos gatinhos, então, não são “bonzinhos” como alguns podem querer afirmar. Não que qualquer uma dessas alegações justifique a eutanasia, mas quero esperar as informações oficiais.

Lembrando ainda que, se o Zoonit e sua presidente realmente fossem preocupados com o ANIMAL (e talvez não com a arrecadação do Zoo) esses animais seriam melhor tratados quando lá estava. Eu mesmo, pessoalmente acompanhei o processo e vi caixas de… cerveja, lixo, material de limpeza…tudo isso armazenado na jaula dos Leões… isso fora os absurdos com outros animais.. Então pessoal, a imagem de “santos” que tentam passar, só engana a quem não conhecia aquele “zoológico”.

(do Globo)

Transferido pelo Ibama do Rio de Janeiro do Zoológico de Niterói para o Zoológico de Brasília em 15 de fevereiro, o leão Yuri, de 15 anos, foi morto pelos veterinários da instituição da região Centro-Oeste. A informação, que ainda não foi confirmada oficialmente pelo Zoo de Brasília, foi comunicada na última sexta-feira (3) por telefone ao advogado da Fundação Zoológico de Niterói pela direção da instituição que recebeu a guarda do animal. Segundo a diretora da Fundação Zoonit, Giselda Candioto, a justificava para o sacrifício do leão inicialmente seria o fato de ele estar com leucemia. Num segundo telefonema, um veterinário informou que ele foi morto porque estava contaminado com o vírus da imunodeficiência felina (FIV). A notífica revoltou o veterinário e os funcionários do Zoonit. Na sexta-feira, Giselda enviou uma ofício ao diretor-presidente da Fundação Jardim Zoológico de Brasília, José Belarmino da Gama, pedindo explicações.

– É um absurdo, estamos todos arrasados. Ele estava aqui conosco, sendo cuidado com carinho e atenção e levaram ele para lá para matar? Primeiro deram a desculpa de Aids felina, agora leucemia? Queremos saber o que houve com o animal e estamos muito preocupados com o destino da leoa que também foi levada para lá, a Elza, companheira do Dengo. Soubemos que ela está num espaço mínimo e também está deprimida, com saudades do parceiro _ disse Giselda.

O leão Yuri, de 15 anos, chegou ao Zoo de Niterói em 2006, resgatado de um sítio em Rio Bonito.

– Fomos chamados pela Delegacia do Meio Ambiente para resgatá-lo. Ele vivia numa jaula enferrujada e estava magro, com otite e inflamação no canino. Cuidamos dele, salvamos da morte e agora ele é levado para morrer_ lamenta Giselda.

Segundo o veterinário do Zoonit, Marco Janackovic de Oliveira, o animal poderia conviver com a Aids felina por muitos anos, sem necessidade de ser sacrificado:

– É lamentavel a falta de esclarecimento de profissionais, que tomam uma atitude de eutanasiar um animal com FIV ou FELV positivo, ainda mais se tratando de um felino selvagem, onde não existe nenhuma determinação, na legislação Brasileira no MAPA ou qualquer outro orgão sobre eutanásia. Em literatura e estudos realizados é preconizado a terapia de suporte para casos sintomáticos. Em casos assintomáticos deixa-se o animal viver normalmente, como era o caso dele _ explicou Marco Janackovic de Oliveira.

Yuri foi transferido com outros dois leões, Elza e Naila, numa ação do Ibama.

Elza, era companheira de Dengo, que ficou em Niterói e, segundo a direção do Zoonit, sofre de depressão desde então. Já Yuri, era companheiro de Naila, que foi levado para o Zoológico de Volta Redonda. O Ibama entrou com uma ação na Justiça pedindo a desativação do zoo, que não teria condições de funcionar por não oferecer, entre outras coisas, um ambiente saudável para o animais. Desde 6 de abril, estava em vigor uma decisão da 3ª Vara Federal de Justiça de Niterói, que, a pedido do Ibama, deu 120 dias de prazo para a remoção de todos os animais do parque. Na semana passada, a direção do zoo conseguiu a suspensão temporária do processo.

Procurado pelo Globo, o Zoo de Brasília ainda não retornou as ligações.

Cãozinho ‘sugado’ por tornado volta para casa após três dias

Esse é realmente um SUPER CÃO!

Cada história que vemos diariamente e cada vez mais compreendemos como esses animais ditos “irracionais” são maravilhosos!

(do R7)

Filhote ficou debaixo de escombros e só foi encontrado graças a seu choramingo

Reprodução/CBS

Reprodução/CBS

Shadow passou a ser chamado de Supercão, após sobreviver à passagem de um tornado em Monson, na semana passada, e ficar três dias sem comida nem água

O cachorrinho Shadow, um filhote de chow-chow com sharpei de apenas seis meses de vida, sobreviveu três dias debaixo dos escombros deixados pela passagem de um tornado pela cidade de Monson, nos EUA, na semana passada.

No último sábado (4), durante as buscas por vítimas, vizinhos da casa onde o cãozinho morava, acompanhados por um policial, finalmente o resgataram ao ouvirem-no choramingar. 

Quando o tornado se aproximava da cidade, Audrey Carabetta e sua família correram para o porão da casa onde  viviam, levando também seus animais de estimação – entre eles, Shadow – para o abrigo. 

O problema é que, de repente, o cãozinho fugiu e foi sugado pelo tornado, lembra Audrey (em entrevista para o site da rede CBS).

– Nós podíamos ouvir as unhas de Shadow se arranhando pelo chão [enquanto ele tentava se segurar]. Ele chorava, e nós o escutávamos se chocando contra as paredes, ao ser puxado para fora de casa. Isso partiu meu coração.

Depois da passagem do tornado pela região, a família Carabetta procurou o pet minuciosamente. Até publicou fotos de Shadow na rede social Facebook e entrou em contato com abrigos de animais da cidade.

Sem notícias, as esperanças de encontrá-lo vivo foram diminuindo.

Ao ser encontrado, debaixo de uma pilha de entulhos, Shadow estava cansado, com fome e  sede, mas bem vivo.

Ao receber o telefonema que lhe daria a boa notícia, Audrey caiu no choro.

– Quando ele nos viu, simplesmente pulou em cima de nós e nos encheu de lambidas. Agora, sua saúde está ótima.

O resgate do pet, conta, foi um presente para sua filha de sete anos.

– Ela vem lutando contra um câncer há dois anos. Recentemente, teve remissão [fase da doença em que não há sinais de atividade]. Quando isso aconteceu, ela nos pediu um bichinho de estimação. 

Morre cadela atingida por 40 tiros e enterrada viva

Morreu a heroína STAR. Complicações de uma inflamação no pâncreas levou a lutadora que, apesar de baleada e enterrada viva, conseguiu sobreviver durante um bom tempo. O pior é que os assassinos jamais serão descobertos!

(do R7)

Saiba o que pôs fim à luta da fêmea, que recebeu o apelido de Star

 
Reprodução/The Sun
Reprodução/The Sun

Esta foto, do momento em que a cadela Star foi encontrada com apenas parte do focinho para fora da terra, em Malta, emocionou o mundo todo; cadela não sobreviveu a uma inflamação no pâncreas

Depois de surpreender e de emocionar o mundo todo com seu instinto de sobrevivência, ao sobreviver a 40 tiros na cabeça e ao fato de ter sido enterrada viva, a cadela Star morreu em Malta.

Entenda o drama da cachorrinha Star

As informações, publicadas nesta segunda-feira (6), são do site do jornal britânico The Sun.

Apesar de os veterinários estarem confiantes em sua recuperação, Star não resistiu a uma inflamação aguda no pâncreas.

Ela havia acabado de se mudar para a casa de uma família que, ao conhecer seu drama, entrou na fila de interessados em adotá-la.

Pouco tempo depois de ganhar uma casa e donos novos, Star adoeceu e precisou voltar para a clínica veterinária para onde havia sido encaminhada logo que foi resgatada da cova.

A violência a que a cadela foi submetida, na cidade de Birzebbuga, localizada na ilha europeia de Malta, deixou milhares de pessoas indignadas.

Milhares participaram de uma busca pelo responsável pelos maus-tratos na internet. Outros tantos endossaram um abaixo-assinado para arrecadar fundos para pagar o tratamento de Star.

Segundo o periódico britânico, o autor da violência continua desaparecido.

Filhotes de guepardo e leão recebem tratamento em orfanato no Quênia

Olha só… em Nairóbi existe um orfanato para animais silvestres. Que máximo… e nós, tão desenvolvidos, o páis do futuro (que nunca chega) continuamos a tratar nossos animais como OBJETOS!

(do G1)

Animais abandonados foram encontrados em Tsavo East.
Eles recebem cuidados em orfanato de animais em Nairóbi.

Zelador expõe dois filhotes de guepardo com três meses de vida, que estão sob os cuidados do orfanato de Nairóbi, no Quênia. Os dois filhotes foram abandonados pela mãe em Tsavo East, no sul do país, e levados para o orfanato mantido pelo Serviço de Vida Selvagem do Quênia, dentro do Parque Nacional de Nairóbi. (Foto: Sayyid Azim/AP)
Zelador expõe dois filhotes de guepardo com três meses de vida,
que estão sob os cuidados do orfanato de Nairóbi, no Quênia. Os
dois filhotes foram abandonados pela mãe em Tsavo East, no sul
do país, e levados para o orfanato mantido pelo Serviço de Vida
Selvagem do Quênia, dentro do Parque Nacional de Nairóbi.
(Foto: Sayyid Azim/AP)
No mesmo local, filhote de leão é mantido enclausurado para tratamento. Com apenas três meses de vida, ele também foi abandonado pela mãe e recebe cuidados diários do orfanato de Nairóbi, mantido pelo Serviço de Vida Selvagem do Quênia (Foto: Sayyd Azim/AP)
No mesmo local, filhote de leão é mantido enclausurado para
tratamento. Com apenas três meses de vida, ele também foi
abandonado pela mãe e recebe cuidados diários do orfanato de
Nairóbi, mantido pelo Serviço de Vida Selvagem do Quênia
(Foto: Sayyd Azim/AP)

Espécies recém-descobertas em Madagascar já correm risco, diz WWF

Recém-descoberta e já com ameaça de extinção! Só nesse mundo mesmo. Tal qual os seres que ao nascerem começam a contar seu tempo para a morte, assim também está nosso planeta!

(do G1)

Em 11 anos, cientistas encontraram 615 novas espécies na ilha africana.
Desmatamento ameaça biodiversidade do país.

A ilha africana de Madagascar, considerada a quarta maior do mundo, é o local que concentra o maior número de novas espécies de animais, plantas e insetos, segundo relatório publicado nesta segunda-feira (6) pela organização ambiental WWF.

De acordo com a entidade, cientistas fizeram 615 descobertas de novas espécies entre os anos de 1999 e 2010. Entretanto, muitas das criaturas já estão ameaçadas de extinção, afirma o documento.

Nos últimos 11 anos, foram encontradas 385 plantas, 42 invertebrados, 17 peixes, 69 anfíbios, 61 répteis e 41 mamíferos. Mas especialistas alertam que parte da biodiversidade recém-descoberta estaria desaparecendo em decorrência do desmatamento, que já afetou 90% da cobertura de florestas original.

O relatório cita o lêmure rato de Berthe (Microcebus berthae), descoberto em 2000 e que ficou conhecido ao ser retratado no filme Madagascar, como um dos primatas já classificados com risco de extinção.

Lêmure rato de Berthe, espécime descoberta em 2000 na ilha de Madagascar, é considerada em extinção (Foto: WWF) 
Exemplar de lêmure rato de Berthe, descoberto em 2000
na ilha de Madagascar, é considerado em extinção (Foto: WWF)

O estudo aponta problemas políticos no país como responsáveis por acelerar a devastação da floresta. Atividades madeireiras irregulares teriam afetado áreas de parques nacionais como os de Marojejy, Masoala, Makira e Mananara.

Além disso, há registros de caça predatória de espécies em virtude da culinária do país. “Essas espécies espetaculares estão em jogo em Madagascar. Nós vamos colocar todo nosso esforço e dinheiro para proteção prioritária da terra, paisagens marinhas e espécies em risco”, afirmou Nanie Ratsifandrihamanana, diretora da WWF no país.