No frio, zoológicos redobram cuidados com animais

É isso ai… tratar bem dos animais… mesmo sendo contra Zoos, ao menos eles estão se preocupando!

(do R7)

Alimentação fica mais rica em gordura e ambientes ganham aquecimento

Para enfrentar os termômetros baixos, os zoológicos mudam um pouco sua rotina para cuidar melhor dos animais.

Para os mamíferos, a principal diferença no tratamento é o aumento no consumo geral da dieta, que tende a ser complementada com itens mais calóricos.

Estes animais, assim como nós, têm um gasto extra de energia durante o inverno pra manter a temperatura de seus corpos constante.

Frio faz zoológicos brasileiros mudarem a rotina

Outra tática é a utilização de aquecedores ou camas de feno nos abrigos, o que também ajuda a espantar as baixas temperaturas, principalmente à noite. Nos dias mais frios, alguns animais, como os primatas, recebem cobertores.

Os animais de sangue frio, como os répteis e os anfíbios, são os que precisam de mais atenção. Como a temperatura de seus corpos varia de acordo com a do ambiente, caso não seja fornecida uma fonte de calor adicional, o metabolismo desses animais diminui e algumas de suas principais atividades ficam comprometidas, como a digestão.

A reportagem do Record Notícias visitou o zoológico de Curitiba para mostrar de perto a mudança na rotina dos bichos. Assista:

Cavalos sofrem maus-tratos no Rio Grande do Sul

Bom, eu nesse mesmo espaço, já mostrei como acabar com esse tipo de problema, com soluções simples e que não demandariam sequer grande esforço do Estado!

(do R7)

Mesmo doentes e desnutridos, animais eram obrigados a carregar carroça

A Guarda Municipal de São Leopoldo, cidade do interior do Rio Grande do Sul, flagrou uma cena revoltante de maus-tratos contra cavalos.

Um dos animais, aparentemente desnutrido e machucado, foi obrigado a puxar duas carroças, levando um casal e duas crianças, além de ajudar outro cavalo (também visivelmente fragilizado) a se locomover. 

O bicho não aguentou o peso e caiu na pista.

As imagens e o Boletim de Ocorrência servirão como provas para que a Justiça tome alguma uma providência.

Enquanto isso, o proprietário ficou sem os animais, que eram usados em seu trabalho.

Califórnia tem torneio canino de surfe

Pior é que os peludos se divertem prá caramba! Já ví uma Akita surfista na Barra uma vez…

(do G1)

Cães pegaram onda em praia próximo a San Diego.
Foi a sexta edição anual da competição.

AFP

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Cão pega onda durante torneio canino de surfe na Imperial Beach, próximo a San Diego, na Califórnia, neste sábado (4). (Foto: AFP)
Cão pega onda durante torneio canino de surfe na Imperial
Beach, próximo a San Diego, na Califórnia, neste sábado (4).
(Foto: AFP)
 É a sexta edição da competição. (Foto: AP) 
É a sexta edição da competição. (Foto: AP)

 

Competidor descansa após pegar onda. O torneio é promovido por um resort local (Foto: AFP)
Competidor descansa após pegar onda. O torneio é
promovido por um resort local (Foto: AFP)

Menina de 12 anos criava onça-pintada no Pará

 Pessoal, animal silvestre e selvagem é solto, ok?

(do G1)

Animal foi entregue voluntariamente a agentes do Ibama.
Felino tem entre 1 e 2 anos e foi levado a zoológico em Parauapebas.

Onça-pintada  (Foto: Divulgação/Ibama)
Onça-pintada passou a viver amarrada depois que atacou alguns
animais no assentamento.
(Foto: Divulgação/Ibama)

Uma menina de 12 anos criava uma jovem onça-pintada num assentamento de reforma agrária em Pacajá, no Pará, de acordo com informações do Ibama. O animal foi entregue voluntariamente para o órgão pela família da garota no início desta semana, segundo relata a analista ambiental Silvana Cardins.

Ainda de acordo com a agente, o animal foi encontrado pela menina quando ainda era muito pequeno. A onça passou a ser alimentada pela garota e vivia solta até que, recentemente, por já estar mais crescida, começou a atacar animais criados pelos assentados.

Então a família da jovem construiu uma casa de madeira para deixar o felino amarrado. Como perceberam que não teriam condições de continuar criando o animal, decidiram entregá-lo ao Ibama. Esta semana a onça foi levada a um zoológico em Parauapebas. Ela tem um desvio de coluna, mas, segundo o veterinário que a examinou, o problema pode ser resolvido.

“Ela é muito dócil. Vai precisar de um acompanhamento para ver se dá para soltar”, disse Silvana. O Ibama, ao verificar que o animal não apresentava sinais de maus-tratos e porque ele foi entregue voluntariamente, decidiu não multar a família por manter em cativeiro um animal silvestre. Os agentes  estão em Pacajá como parte da operação deflagrada para coibir crimes ambientais na Amazônia.