Protetora dos animais morre e deixa abrigo com 300 cães

Pessoal,

Não é a primeira vez que vemos isso… todos sabem que eu, particularmente sou contra o modelo antigo dos ABRIGOS.

Mas agora que a coisa aconteceu, não adianta reclamar, o negócio é AJUDAR! Vamos lá pessoal de Sampa!

(do R7)

Sob tutela de ONG, canil precisa de voluntários e adoções

Daia Oliver/R7

Foi em meados dos anos 1970 que a senhora Jane Pentiocinas começou a lutar por sua grande paixão, os animais. A primeira causa que ela abraçou foi cuidar de gatos abandonados, no Centro de São Paulo, no lugar conhecido hoje, não ao acaso, como Favela do Gato.

Com o fechamento do abrigo, Dona Jane continuou empenhada. Descendente de família judia, ela, aos poucos, abandonou a carreira artística no teatro e investiu todos os seus bens, recursos e imóveis para construir um abrigo de cães em uma chácara na região de Parelheiros, onde já chegou a abrigar cerca de 700 animais.

Ao terreno, ela deu o nome de “Chácara dos Meus Amores”, e ali viveu protegendo seus queridos até o dia 19 do mês passado, quando foi encontrada morta, caída no chão. Em uma das mãos, uma lanterna, na outra, a panelinha que usava para colocar ração para os cães. Dona Jane estava com 82 anos.

Clique aqui para ver fotos dos cães abrigados na chácara

Desde a morte de Dona Jane, a situação ficou complicada para os 300 cães abrigados no local. Por sorte, ela não estava sozinha na causa. Sua filha, a advogada Claudia Pentiocinas, e o genro, o publicitário Stefano T. Colaiori, também ajudavam a cuidar dos cães, contou Colaiori ao R7. E continuam ajudando.

– Em 2007, nós decidimos ampliar a causa animal e ambiental e criamos a ONG Mundo Mais, da qual a chácara é apenas uma das frentes. Desde que a Dona Jane morreu, ficou um pouco mais difícil cuidar de tudo, por isso seguimos na luta procurando pessoas interessadas em adotar os cães e colaborar com ração, remédios, castração, esse tipo de cuidado.

Segundo Colaiori, que é presidente da ONG, a média de adoções tem sido de dez cães por mês. E esse número precisa crescer, pois, com o baixo rodízio de animais abrigados na chácara, é complicado suprir todas as necessidades.

– Como a chácara existe há bastante tempo na região e todo o mundo conhece a nossa luta, o número de cães que são abandonados, amarrados ao portão ou mesmo deixados na porta, é inacreditável. Principalmente os pitbulls já crescidos.

Colaiori revela alguns casos absurdos, como de pessoas que chegam a “arremessar” os pets por cima do muro da chácara.

– Uma vez, jogaram um poodle para dentro do terreno, e o animal acabou morrendo com a queda. Também já jogaram uma porção de filhotes dentro de um saco. Por isso que uma das frentes da ONG é divulgar a ideia da posse responsável.

Apesar das dificuldades, o pessoal da Mundo Mais tem conseguido fazer um bom trabalho. Os animais que a reportagem observou no local estão limpos e visivelmente saudáveis. Atualmente, uma rede de colaboradores que inclui veterinários ajuda a suprir 40% das necessidades gerais. O que falta mesmo é gente interessada em adotar.
Para colaborar, acesse: www.mundomais.org.br

Funcionário de zoo se fantasia de ‘Tigrão’ em exercício de segurança

Que COISA mais RIDÍCULA!!!!

Reparem na cara do Tigre de verdade na foto… deve estar pensando: “EU NÃO SOU ASSIM NÃO!”

Só os chineses mesmo!

(do G1)

Zoológico chinês simulou fuga de tigre de maneira descontraída.
Homem vestiu fantasia de personagem do desenho animado ‘Ursinho Pooh’.

O zoológico de Chengdu, na província chinesa de Sichuan, realizou um exercício de segurança peculiar nesta sexta-feira (3). Um dos funcionários se vestiu com uma fantasia do personagem “Tigrão”, do desenho animado “Ursinho Pooh”, para simular a fuga de um tigre.

A simulação tinha o objetivo de reforçar as habilidades dos funcionários para situações de emergência, segundo a mídia local.

Homem fantasiado de Tigrão participa de exercício de segurança no zoológico chinês (Foto: Reuters/China Daily)
Homem fantasiado de Tigrão participa de exercício de segurança
no zoológico chinês (Foto: Reuters/China Daily)
Funcionários passam perto da jaula de um tigre de verdade enquanto carregam o 'Tigrão' na simulação (Foto: Reuters) 
Funcionários passam perto da jaula de um tigre de verdade
 enquanto carregam o ‘Tigrão’ na simulação (Foto: Reuters)

Cães são resgatados após 6 dias presos sobre marquise de loja

Como será que esses animais foram parar lá?

(do G1)

Resgate ocorreu em Kansas City.
Cachorros foram levados para canil local.

Dois cães foram resgatados na quarta-feira (1) após ficarem presos na marquise de uma loja em Kansas City, no estado do Kansas (EUA), por quase seis dias. Os dois cachorros foram levados para o canil do órgão de controle de animais da cidade, segundo o jornal “NBC”.

O gerente da loja, Mark Dirks, disse que os cães foram vistos na marquise na última sexta-feira. Ele disse acreditar que os animais foram parar no local após passarem por uma cerca no telhado.

Cães ficaram presos na marquise por quase seis dias. (Foto: Reprodução)
Cães ficaram presos na marquise por quase seis dias. (Foto: Reprodução)
Resgate ocorreu em Kansas City, no estado do Kansas. (Foto: Reprodução)
Resgate ocorreu em Kansas City, no estado do Kansas. (Foto: Reprodução)

Ativistas protestam contra transporte de animais para experimentos

Não consigo entender porque aqui no Brasil não temos manifestações tão bem organizadas e com adesão de tantos ativistas.

Quem sabe algum dia?

(do G1)

Manifestação contra a empresa Air France-KLM ocorreu em Moscou.
Eles desaprovam o transporte de animais para testes feito pela companhia.

Ativistas que lutam pelo direito dos animais realizaram protesto nesta sexta-feira (3) em Moscou, na Rússia, durante manifestação contra a companhia aérea Air France – KLM, que realiza transporte de animais para experimentos em laboratório. (Foto: Natalia Kolesnikova/AFP) 

Ativistas que lutam pelo direito dos animais realizaram protesto

nesta sexta-feira (3) em Moscou, na Rússia, durante manifestação

contra a companhia aérea Air France – KLM, que realiza transporte

de animais para experimentos em laboratório. (Foto: Natalia Kolesnikova/AFP)