Veterinários comentam caso de cadela que sobreviveu a 40 tiros

Olha, eujá tinha achado estranha essa notícia quando a lí em veículos de divulgação.

40 Titos??? Quem conhece armas sabe que, mesmo que fossem de calibre 22, sequer haveria espaço no crânio do animal para tanto chumbo. Já se for de calibre 4.5 (o famoso chumbinho) eu até acreditaria.

Bom, mas insso não invalida o heroismo dessa cadelinha, que ficou enterrada, com ferimentos e sobreviveu. Fosse 1 tiro, ou 40(?), para mim não faz a menor diferença, ela é uma sobrevivente assim mesmo!

(do R7)

Para especialistas, sobrevivência seria improvável diante das informações divulgadas

Repercute, desde a última sexta-feira (27), na imprensa mundial, o caso da cachorrinha Star, que, segundo informações oficiais, sobreviveu a um ato de extrema crueldade. Na cidade de Birzebbuga, em Malta, ela teria sobrevivido após levar 40 tiros na região da cabeça e ter sido amarrada e enterrada viva.

Quando foi encontrada pela polícia, por conta dos uivos, ela estava com o focinho para fora da terra. O acontecido mobilizou a opinião pública local. O alarmante fato fez de Star um símbolo da luta no país por leis mais rigorosas contra as agressões aos animais. A população planeja uma manifestação no próximo dia 4, na capital Valletta.

Ainda que seja muito emocionante a sobrevivência do animal e positiva a mobilização, para os veterinários, o caso – tal como foi divulgado – só pode ter sido obra de um milagre.

Segundo Alexandre Sano, diretor da Sociedade Paulista de Medicina Veterinária, as informações repassadas pelo governo de Malta são muito imprecisas para avaliar como Star escapou de 40 tiros.

– Nunca vi nada parecido com este caso. Acho estranho, pois não há nem espaço para 40 balas de revólver no crânio do animal. Aí está a grande questão, mesmo tratando-se de disparos de baixo calibre, como dizem.

Sano não chega a duvidar completamente, dizendo que há casos de cães que sobreviveram a tiros na cabeça. As chances de recuperação existem quando a bala fica alojada no cérebro sem ter atingido nenhum vaso importante, vital, ou mesmo um vaso secundário.

– Eu precisaria de mais dados técnicos para analisar. Mas, na medicina, topamos com acontecimentos incríveis às vezes. Veja que ironia, um animal sobrevive a tamanha crueldade, enquanto tem gente que vai parar na UTI por causa de um acidente com uma espingarda de chumbinho.

Cão Star

As fotos e vídeos da cachorrinha que circulam por aí realmente mostram que ela tem um ferimento na cabeça, mas Sano acha que o estrago é pouco para o número de disparos. Ele supõe que tenham sido encontrados os cartuchos no local, mas que nem todos os tiros atingiram o animal.

– A gravidade de se levar 40 balas na cabeça teria, no mínimo, despedaçado o crânio do animal. E ela não estaria, uma semana depois, em pé, sem sequelas. Mas penso que, por mais que estas informações tenham sido divulgadas de forma leviana, sem detalhamento técnico, Star sofreu algo assustador e acho bom que a história mobilize a opinião pública.

A veterinária Kelly Sanches Matilde, do Hospital Sena Madureira, também não coloca a mão no fogo pelo caso. Ela acha improvável a sobrevivência, quanto mais uma recuperação tão rápida.

– Eu já consideraria milagre se um humano escapasse de um tiro na cabeça, porque é possível, porém é preciso muita sorte, quanto mais um cachorro, considerando o tamanho do crânio e a quantidade de tiros.

Para os defensores dos direitos dos animais, as dúvidas sobre os detalhes dos dados clínicos não fazem diferença. Mais de sete mil seguidores já participam na página dedicada a Star no Facebook, onde uma petição é divulgada em nome de leis mais rígidas de proteção animal.

Além de Star, a instituição Malta Welfare Department acolhe outros 110 cães que sofreram maus tratos e aguardam adoção.

Leão-marinho ‘pintor’ escreve palavra coelho em caracteres chineses

hahaha…mais uma vez os animais dando show… eu que sou eu não sei nem escrever direito em português!
Bom, que fique claro que sou contrário a esses aquários, que por sua existência promovem o cativeiro de golfinhos, baleias e demais animais marinhos…

(do G1)

Pelo calendário lunar, ‘Ano do Coelho’ começa em fevereiro.
Leão-marinho chamado ‘Leo’ pertence ao aquário de Hakkeijima.

O leão-marinho chamado “Leo”, de oito anos, apreendeu a pintar e escreveu a palavra “coelho” em caracteres chineses, nesta segunda-feira, no aquário Hakkeijima, em Yokohama, no Japão, para comemorar o “Ano do Coelho”, que, pelo calendário lunar, começa em fevereiro.

Leão-marinho escreve a palavra 'coelho' em caracteres chineses.
Leão-marinho escreve a palavra ‘coelho’ em caracteres chineses.
(Foto: Yoshikazu Tsuno/AFP)
Pelo calendário lunar, 'Ano do Coelho' começa em fevereiro.
Pelo calendário lunar, ‘Ano do Coelho’ começa em fevereiro.
(Foto: Yoshikazu Tsuno/AFP)

PE: técnicos do Ibama devolvem animais silvestres à Mata Atlântica

Esse se salvaram. Uma pena que nem todas as vítimas do Tráfico tenham a mesma sorte!

(do G1)

A destruição da floresta é como uma condenação para as mais diferentes espécies.

Em Pernambuco, um belo registro no que restou da Mata Atlântica. Tão rica e tão vulnerável: da exuberante Mata Atlântica que cobria toda a costa brasileira, restam apenas 7%. A destruição da floresta é como uma condenação para as mais diferentes espécies. Sem o principal refúgio, eles estão cada vez mais ameaçados.

O tráfico de animais silvestres faz suas vítimas. Os poucos que são capturados pela fiscalização vivem enclausurados, atrás das grades. O centro de triagem de animais silvestres do Ibama no Recife está lotado, com quase 400 pequenos prisioneiros que não cometeram crime algum.

Esta rotina dramática é resultado de um costume antigo da população que insiste em criar animais silvestres como se fossem bichos de estimação. Para mudar este hábito, foi criado por lei o Dia de Libertação de Animais Silvestres do Cativeiro Doméstico de Pernambuco.

Os animais que têm condições de voltar a viver em liberdade fazem o caminho de volta para a floresta. Desde o início do ano, quase dois mil animais silvestres já foram devolvidos às matas em Pernambuco. Todas as semanas esta tarefa se repete: os técnicos do Ibama libertam as mais diferentes espécies nos locais de origem, de onde nunca deveriam ter saído. São áreas mantidas em sigilo em todas as regiões do estado e que oferecem proteção para os animais.

A cada gaiola aberta, um voo para a liberdade. A mamãe timbu com os filhotinhos na bolsa que carrega como um canguru segue sem pressa. A jiboia parece reconhecer o lugar e a caninana, arisca, não perde tempo. Assim, sumindo na mata ou desaparecendo no riacho, eles encontram a vida nova.