LauraeCia Adote um Gato

Quem nunca ouviu falar da Guerreira dos Gatos de Niteroi?

Carinha de Anjo, mas uma Leoa quando se trata de defender os Felinos!

Essa é a Laura Stellet!

A Laura tem um trabalho de resgate, reabilitação e adoção com felinos (mas se aparecer um cãozinho necessitado ela não faz vista grossa) na Cidade de Niterói e cercanias.

Conheci a Laura no caso Zoonit, quando ela rugia grosso para proteger os animais abandonados naquele Zoo, resgatando e impedindo que os animais fossem “sumidos” de lá!

Já perdi a conta de quantos gatos a Laura resgatou e adotou desde que a conheci… e tudo isso se dividindo entre estudo, trabalho e problemas da vida cotidiana.

Não tenho o menor medo em chamá-la de Guerreira. Quem a conhece pensa… “-Essa menininha consegue fazer isso tudo?” Como eu disse no início, carinha de Anjo, mas uma fera da defesa Animal!

Conheça mais de perto o trabalho da Laura em: http://www.lauraecia.org

Destaque para a parte de prestação de contas do site!

Pode doar sem medo, vai estar ajudando MUITO os felinos sob a tutela da Laura.

Caixa Econômica

Agencia: 1337-023 Conta:2059-6

Bradesco

Agencia: 2809-6 Conta:13585-2

Laura Herrera

Por ser quem é, Laura é uma AMIGA de ATITUDE!

Projeto 4 Patinhas

Olá amigos do Atitude Animal,

Hoje tenho o prazer de apresentar a vocês o Projeto 4 Patinhas!

A Associação Quatro Patinhas

Você já ouviu falar no Projeto 4 Patinhas?

São 150 animais resgatados das ruas em nosso sítio consumindo 500 Kgs de ração mensalmente. Muitos lindos, carinhosos e saudáveis esperando um lar, mas como cresceram, ou tem uma cor comum, são rejeitados.

Nossa família começou num apartamento, depois evoluiu para uma casa de 2 andares, hoje moramos num sítio, pois abominamos a idéia de animais em correntes ou vivendo em gaiolas.

Gaiolas são muito boas para tratamento e recuperação quando por períodos curtos. Viver enclausurado não é vida.

Temo diversos cômodos para abrigar a quarentena, enfermaria, berçário, doação e os gatos que ficaram em definitivo conosco.

Aqui no nosso lar, eles vivem com dignidade, nem todo conforto e atenção que merecem, mas tudo que podemos fazer com todo amor do mundo.

Parece perfeito mas diante do abandono cruel da cidade nem assim é suficiente, porque temos gastos com alimentos, empregados, medicamentos e precisamos suprir tanto o espaço como a necessidade básica deles.

Não existe mágica e estamos praticamente sozinhos nessa luta. Se você quer ajudar, entre em contato. O que você pode achar uma pequena ajuda pode ser valioso pra gente!

A 4 Patinhas mantém um esforço diferenciado, sério e competente. Atualmente possuem Cães, Gatos e cavalos, muitos dos quais JAMAIS serão adotados pois, possuem algum tipo de deficiência!

Seja sócio

Contribuindo mensalmente com uma quantia definida por você, pode estar fazendo a diferença na vida de muitos bichinhos que às vezes só precisam de uma ajudinha para ter sua vacina em dia ou castração, ou um alimento especial.

Seja Sócio

Comprando nossas rifas

http://rifa4patinhas.blogspot.com

Doações

Sua doação também vai nos ajudar muito, seja ela em dinheiro, ração, remédios, utensílios, movéis ou roupas de cama usadas. Cada doação recebida, nos ajuda a ajudar outros animais que precisam de nós. Procure-nos e faça a sua doação. Prestaremos contas.

Temos também o Pag Seguro e Paypal como opções

 

 

Saiba mais em: Quero ajudar

E-mail: contato@quatropatinhas.com.br

Telefone: (21) 8059-4430
Kika – Christianne Duarte
Associação Quatro Patinhas

POR TODA ESSA COMPETÊNCIA E PELO BELO TRABALHO, O PROJETO 4 PATINHAS É UM AMIGO DE ATITUDE!

Cães ajudam pessoas com necessidades especiais

Olha o projeto “Pêlo Próximo” fazendo história! A iniciativa é espetacular e outros paises do mundo já adotam essa prática. O contato com animais faz milagres por pessoas doentes e deficientes. Parabéns ao “Pêlo Próximo”, iniciativas como essas é que ainda nos dão esperança!

(do R7)

Divulgação

“Cãoterapia” conta com atividades e música em visitas a casas de repouso,

hospitais e outras instituições. Sempre para ajudar pacientes com

 problemas motores, físicos ou emocionais

Com objetivo de usar a empatia dos animais para ajudar no processo de tratamento terapêutico com crianças e adultos portadores de necessidades especiais, nasceu o projeto Pêlo Próximo.

Chamada pelos voluntários de “cãoterapia”, a iniciativa levou um pouco de interação e atividades com música e animais à Pousada Residencial para Idosas do Grajaú, no Rio de Janeiro, no último sábado (28). O projeto realiza este trabalho filantrópico em várias instituições do Rio de Janeiro.

A partir de junho, o abrigo passa a receber a terapia assistida, que tem duração de duas horas e conta com exercícios para melhorar a coordenação motora e o equilíbrio, mensalmente.

Baleia cachalote morre encalhada em praia da Inglaterra

Para quem não sabe, a cada 100 casos de encalhes, 99 morrem sem chances de salvamento. Eu mesmo já acompanhei um encalhe desses em Búzios, aqui no Rio de Janeiro.
Na época, desenvolvi o projeto de uma BALSA salva vidas de baleias, mas não encontrei suporte da iniciativa privada para produzir um protótipo. Afinal, ao que interesa a essas empresas salvar a vida de baleias?? Quem sabe um dia alguém banca a idéia?

(do G1)

Bombeiros tentaram socorrer mamífero, que morreu nesta terça-feira (31).
Espécie pode alcançar até 20 metros de comprimento.

O mamífero estava vivo quando que foi avistado por moradores. Equipes do Corpo de Bombeiros local usaram jatos de água no animal, na tentativa de mantê-lo com vida até o desencalhe.

A informação da morte foi confirmada por representante da Brigada de Incêndio de Cleveland. A espécie pode alcançar até 20 metros de comprimento, segundo cientistas.

Baleia morta na Inglaterra (Foto: Owen Humphreys/AP)

Apesar dos esforços de equipes dos Bombeiros de Cleveland, que lançaram jatos de

água no animal, a baleia da espécie cachalote morreu (Foto: Owen Humphreys/AP)

Lanches de visitantes atrapalham dieta de quatis em parque de BH

Qualquer pessoa sabe que não se deve alimentar animais “selvagens”. Além de mudar seus habitos alimentares, podendo causar problemas de saúde nesses animais, ainda tira suas capacidades de buscar seus alimentos enotipicos no ambiente.

Pessoal, vamos ter mais consciência!

(do G1)

Segundo bióloga, animais têm comido doces e salgadinhos.
Pesquisadores acompanham rotina de quatis por meio de microchips.

A aproximação entre a população de quatis do Parque das Mangabeiras, em Belo Horizonte, e os visitantes tem preocupado biólogos. Os animais têm deixado de comer alimentos naturais da espécie para se alimentar de salgadinhos e doces doados por turistas. “A probabilidade de fazer mal é grande porque os salgadinhos já fazem mal pra gente, imagina para o quati que é animal silvestre”, diz a bióloga Nadja Simbera. Segundo a especialista, a dieta da espécie é composta por frutas e outros animais.

Biólogos da Universidade Federal de Minas Gerais pesquisam os hábitos do animal. “A gente captura e coloca uma marcação e sempre mede a proporção de indivíduos”. Segundo ela, a rotina dos quatis é acompanhada por meio de microchips. “Quando a gente captura o animal, a gente coleta amostras, faz estudos genéticos e a gente tem informações de cada animal num banco de dados e faz um acompanhamento para saber como está o crescimento deles”, completa Nadja Simbera. De acordo com a bióloga, cerca de 120 quatis habitam o parque.

A alimentação inadequada dos quatis também prejudica a natureza, de acordo com a bióloga. “Tem sementes que só vão germinar se passarem no trato digestivo dos quatis. Se eles se alimentam de comida humana vão deixar de comer frutos da mata e, assim, deixam de cumprir um papel ecológico que é dispersar as sementes e ajudar na regeneração da mata”, diz.

Para inibir os danos causados pela doação de alimentos por visitantes, o Parque Zoológico de Belo Horizonte suspendeu a venda de salgadinhos industrializados a partir do dia 19 de maio. De acordo com informações da bióloga, para combater a doação de alimentos para os quatis, o Parque das Mangabeiras informa a proibição por meio de cartazes. Segundo ela, o próximo passo do projeto é conscientizar as pessoas para que elas não alimentem os quatis. “Mesmo sendo frutas, não estão fazendo bem. Aqui é o lugar deles e as pessoas estão vindo visitar a casa deles. Então, as pessoas têm que respeitar, usando o parque da melhor forma e respeitando os hábitos da espécie e o papel ecológico dela”, completa.

O segurança do parque Helênio da Graça conta que os animais chamam a atenção. “O pessoal fica maravilhado. Quem não conhece pergunta: é um tamanduá? Eu digo: não é tamanduá; é um quati”. Mas, ele alerta que os animais são ariscos. “É muito perigoso porque a criança chega perto, mesmo o adulto, vai por a mão e eles mordem. A pessoa acha que eles são bonitinhos, delicados, mas é risco porque eles mordem”, completa.