Vai Viajar?

Diante dos recorrentes problemas de animais em Aeroportos, achei oportuna a matéria!

 

Matéria HotPets

Como resolver o problema do fim de semana ou de viagens mais demoradas? E se for para outro estado ? E para o exterior?

Levar o cão ? Deixar o animal ? Onde ?

Esses são problemas muito comuns. A família quer sair no fim de semana ou nas férias. A criança (ou o adulto !) não quer se separar do seu amigo. A família não tem uma empregada que more na casa e que possa cuidar do animal. Está criado o impasse. Como sair dele?

Há várias maneiras. No caso de levar o cão, será de toda conveniência usar uma caixa de transporte especialmente desenhada para essa finalidade e facilmente encontrada nos pet shops.

A segunda providência é interromper a viagem de tempos em tempos (a cada 40 minutos, por exemplo). Durante as paradas, deve-se permitir que o animal, preso pela guia à coleira, faça algum exercício na margem da estrada, beba água, urine e defeque. A água é importante porque o cão desidrata com muita facilidade.

Com viagens curtas e frequentes, o animal acaba se acostumando e suportando viagens grandes sem nenhum sacrifício e até mesmo com alegria.

É conveniente condicionar o animal a entrar no carro para ter prazer e não apenas para ir ao veterinário levar uma espetadela de agulha.

Para transportar cães excepcionalmente grandes, existem carretas que são rebocáveis pelos automóveis. Já no extremo oposto, para animais muito pequenos, há as bolsas de viagem.

Para reduzir as chances de enjôo, o cão não deverá ser alimentado antes da viagem. Um ou uma parte de um comprimido para enjôo poderá ajudar, mas isso não é garantido. Se o destino da família for um hotel, é bom indagar antes se ele aceita animais. Na maior parte das vezes – ao contrário do que acontece na Europa e nos Estados Unidos – os hotéis brasileiros não aceitam animais. Aí não tem solução. O jeito será deixar o cão, mas….onde?

A primeira solução é a caseira que consiste em deixar o animal em casa, onde ele já está acostumado, e pedir a um parente, vizinho ou amigo de confiança que vá até lá regularmente para cuidar do cão.

A segunda é a profissional, isto é, os hotéis de animais.

Existem bons hotéis de animais, com assistência veterinária permanente, onde o risco de deixar seu cão é praticamente nenhum, por mais que isso cause (ao dono !) um certo desconforto e um pouco de complexo de culpa. De qualquer forma, não custa nada saber o nome do médico veterinário responsável e anotar o telefone dele (e dar, também o seu) para poder receber notícias. A Internet é outra solução. Deixar peças de roupa ou panos com o cheiro do dono pode ajudar, mas não muito porque no hotel seu cão vai sentir uma grande quantidade de cheiros, que lhe chamarão muita atenção e despertarão sua curiosidade.

Há animais que durante os primeiros dias no hotel não querem comer e às vezes nem beber água. Isso acontece principalmente com os que estão acostumados a um contato muito estreito com a família, que vivem grudados nas pessoas da casa. Daí a necessidade da assistência do médico veterinário que saberá acompanhar o animal, descobrir os problemas e resolvê-los tecnicamente. Em geral, o cão sente falta do dono durante os primeiros dias e depois acaba se acostumando. Mas, mesmo depois de um longo período afastado, ele reconhece o dono quando volta e fica contentíssimo.

Importante – Se for viajar para outro estado, dentro do Brasil, você deverá providenciar, com o veterinário, um atestado de vacinação contra a raiva e um atestado de saúde.

Se a viagem for para o exterior, a coisa se complica um pouco mais. Será necessário a documentação oficial exigida pelo país de destino e outra para o retorno ao Brasil. Indague-se bem com o veterinário, com antecedência, para não arriscar, na última hora, ter que partir deixando o animal.

O posto do Ministério da Agricultura no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro – Tom Jobim, é o melhor local para tomar conhecimento da burocracia necessária.

 

Como resolver o problema do fim de semana ou de viagens mais demoradas? E se for para outro estado ? E para o exterior ? Levar o cão ? Deixar o animal ? Onde ?

Esses são problemas muito comuns. A família quer sair no fim de semana ou nas férias. A criança (ou o adulto !) não quer se separar do seu amigo. A família não tem uma empregada que more na casa e que possa cuidar do animal. Está criado o impasse. Como sair dele?

Há várias maneiras. No caso de levar o cão, será de toda conveniência usar uma caixa de transporte especialmente desenhada para essa finalidade e facilmente encontrada nos pet shops.

A segunda providência é interromper a viagem de tempos em tempos (a cada 40 minutos, por exemplo). Durante as paradas, deve-se permitir que o animal, preso pela guia à coleira, faça algum exercício na margem da estrada, beba água, urine e defeque. A água é importante porque o cão desidrata com muita facilidade.

Com viagens curtas e frequentes, o animal acaba se acostumando e suportando viagens grandes sem nenhum sacrifício e até mesmo com alegria.

É conveniente condicionar o animal a entrar no carro para ter prazer e não apenas para ir ao veterinário levar uma espetadela de agulha.

Para transportar cães excepcionalmente grandes, existem carretas que são rebocáveis pelos automóveis. Já no extremo oposto, para animais muito pequenos, há as bolsas de viagem.

Para reduzir as chances de enjôo, o cão não deverá ser alimentado antes da viagem. Um ou uma parte de um comprimido para enjôo poderá ajudar, mas isso não é garantido. Se o destino da família for um hotel, é bom indagar antes se ele aceita animais. Na maior parte das vezes – ao contrário do que acontece na Europa e nos Estados Unidos – os hotéis brasileiros não aceitam animais. Aí não tem solução. O jeito será deixar o cão, mas….onde?

A primeira solução é a caseira que consiste em deixar o animal em casa, onde ele já está acostumado, e pedir a um parente, vizinho ou amigo de confiança que vá até lá regularmente para cuidar do cão.

A segunda é a profissional, isto é, os hotéis de animais.

Existem bons hotéis de animais, com assistência veterinária permanente, onde o risco de deixar seu cão é praticamente nenhum, por mais que isso cause (ao dono !) um certo desconforto e um pouco de complexo de culpa. De qualquer forma, não custa nada saber o nome do médico veterinário responsável e anotar o telefone dele (e dar, também o seu) para poder receber notícias. A Internet é outra solução. Deixar peças de roupa ou panos com o cheiro do dono pode ajudar, mas não muito porque no hotel seu cão vai sentir uma grande quantidade de cheiros, que lhe chamarão muita atenção e despertarão sua curiosidade.

Há animais que durante os primeiros dias no hotel não querem comer e às vezes nem beber água. Isso acontece principalmente com os que estão acostumados a um contato muito estreito com a família, que vivem grudados nas pessoas da casa. Daí a necessidade da assistência do médico veterinário que saberá acompanhar o animal, descobrir os problemas e resolvê-los tecnicamente. Em geral, o cão sente falta do dono durante os primeiros dias e depois acaba se acostumando. Mas, mesmo depois de um longo período afastado, ele reconhece o dono quando volta e fica contentíssimo.

Importante – Se for viajar para outro estado, dentro do Brasil, você deverá providenciar, com o veterinário, um atestado de vacinação contra a raiva e um atestado de saúde.

Se a viagem for para o exterior, a coisa se complica um pouco mais. Será necessário a documentação oficial exigida pelo país de destino e outra para o retorno ao Brasil. Indague-se bem com o veterinário, com antecedência, para não arriscar, na última hora, ter que partir deixando o animal.

O posto do Ministério da Agricultura no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro – Tom Jobim, é o melhor local para tomar conhecimento da burocracia necessária.

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