Brasileiro é flagrado em Lisboa com 30 ovos de aves amarrados ao corpo

Bio pirataria e tráfico de animais… isso já é “lugar comum” em nosso páis… e a punição? FRACA!

por isso esse tipo de crime continua sendo muito lucrativo e pouco punitivo! A culpa é de quem? Nossa, que não exisgimos mudanças nessas leis arcaicas e que com o tempo, perdem sua força!

(Do G1)

Autoridades portuguesas devolveram o suspeito a Brasília.
Ovos não tinha documentação e ficaram numa incubadora em Portugal.

Um brasileiro foi flagrado pela alfândega no Aeroporto de Lisboa tentando entrar com 30 ovos de aves sem documentação. As autoridades locais o mandaram de volta ao Brasil e ele foi recebido pelo Ibama na madrugada desta quinta-feira (26) no Aeroporto de Brasília. Ele foi multado em R$ 65 mil por transporte ilegal de fauna e remessa de material genético ao exterior.

O suspeito ainda foi conduzido à Polícia Federal para prestar esclarecimentos e deve responder a inquérito criminal por tráfico internacional de fauna.

O brasileiro tinha os ovos amarrados ao corpo. (Foto: Divulgação/Ibama)
O brasileiro tinha os ovos amarrados ao corpo.
 (Foto: Divulgação/Ibama)

Segundo o Ibama, enquanto era multado, ele confessou o crime e disse que um cidadão português o esperava em Lisboa para receber os ovos, que seriam de papagaios. Contou ainda que recebeu parte do pagamento antecipadamente, e que o restante seria quitado após a entrega da “encomenda”.

Ovo desembrulhado. (Foto: Divulgação/Ibama)
Ovo desembrulhado. (Foto: Divulgação/Ibama)

O órgão ambiental descobriu que o suspeito tem familiares que já foram autuados por crimes contra fauna no Tocantins. No momento em que ele foi flagrado em Portugal, os ovos estavam presos à sua cintura, envolvidos numa meia-calça.

Os ovos foram levados para o Zoológico de Lisboa, onde ficarão numa incubadora. Enviá-los de volta ao Brasil imediatamente seria arriscado. As aves já nascidas é que devem devolvidas posteriormente.

Segundo o Ibama, qualquer remessa de fauna ao exterior sem autorização é infração grave. Brasil e Portugal são signatários de uma convenção internacional contra o tráfico de espécies ameaçadas.

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