Vamos dar um final FELIZ para a história do ZIDANE!

Pessoal,Apresento a vocês o ZIDANE. Um Cocker Spaniel todo pretinho, de índole espetacular, atualmente com 7 anos (tem muita vida pela frente), vacinado, vermifigudo e a procura de um Lar carinhoso!

Por que queremos dar um final feliz na história do Zidane?

Ele tem como tutora atual a Dona Antonietta, uma senhorinha de idade, que anda bem adoentada e, por isso, se preocupa MUITO com o futuro desse peludinho. Ela não consegue mais cuidar dele, não tem mais saúde para isso e mais, se preocupa com o destino do companheiro, caso venha a faltar.

Então pessoal, essa é a oportunidade de ter esse como seu amigão. Preciso MUITO dessa corrente do bem para arrumarmos um Lar carinhoso para o Zidane!

Lembrando que ele se encontra na Cidade do Rio de Janeiro. Quem quiser adotar esse peludinho maravilhoso, favor manter contato direto comigo URGENTEMENTE!

Vamos dar um final feliz na história do Zidane!

Dia 05 de Junho será marcado por protestos importantes

Pessoal,

Precisamos nos mobilizar. Código Florestal que protege bandido e dá anistia a desmatador… em troca de não haver CPI para explicar como o PALOCCI aumentou em 4 anos seu patrimônio em 20 vezes!

É o meio ambiente sendo vendido politicamente…

Então, dia 05 de Junho, várias manifestações estão sendo marcadas. Particularmente aqui, divulgo a do Rio de Janeiro e a de São Paulo.

Se você se preocupa com meio ambiente, seus animais, a própria raça humana, você tem OBRIGAÇÃO de comparecer.

vamos fazer com que esse movimento seja forte e com que nossa voz seja ouvida!

CHEGA DE SACANAGEM NA POLÍTICA BRASILEIRA! EU TÔ DE SACO CHEIO!

RIO DE JANEIRO

SÃO PAULO

A orelhas dos cães e gatos

Pessoal,

Olho vivo nas orelinhas dos peludões! Elas podem mostrar diversos problemas e são o primeiro aviso!

(de hotpets)

“Animais que coçam muito as orelhas podem estar

com infecção ou carrapatos ou pulgas, que

incomodam muito”

 

 
 
Locais abafados, quentes e úmidos, as orelhas e ouvidos oferecem condições ideais para o desenvolvimento de microrganismos, principalmente bactérias.

Animais que abanam insistentemente as orelhas, assim como o mau cheiro e a produção de secreções (corrimentos) são sinais de uma provável infecção que pode se agravar caso não seja rapidamente diagnosticada e tratada.

Animais que coçam muito as orelhas podem estar com infecção ou carrapatos ou pulgas, que incomodam muito.

Para evitar que tudo isso aconteça com seu cão ou gato, é preciso examinar (inclusive cheirando) periodicamente as orelhas e fazer uma limpeza com um cotonete.

Cães com orelhas muito compridas ficam com a ventilação do ouvido prejudicada e isso também favorece o aparecimento de infecções. O mesmo acontece quando as orelhas são muito peludas, o que pode ser resolvido aparando o excesso de pelo.

 
 
Como é sabido que as bactérias (e outros microrganismos) precisam de umidade, além do calor, para seu desenvolvimento e multiplicação, é fundamental manter tanto as orelhas como o conduto auditivo sempre secos. É por esse motivo que na hora do banho é importante tapar a entrada do conduto com algodão e depois, enxugar cuidadosamente as orelhas.

Outro problema que pode ocorrer, principalmente nos cães de orelha comprida, são os hematomas (inchaços produzidos pelo acúmulo de sangue). Nesses casos, a única solução é cirúrgica.

Os pet shops que oferecem serviço de banho e tosa, incluem não apenas a proteção dos ouvidos, durante o banho, como também a sua limpeza.

Mas o uso de medicamentos, quando eles são necessários, devem ser prescritos por veterinário.

Suíça promove tradicional corrida de burros

Aliás, a Suiça e suas tradições “CULTURAIS” está me saindo pior que a encomenda!

Publicamos outro dia a briga dos touros por lá… agora a corrida dos burros… Agora restou uma dúvida… será que eles estão se referindo aos equinos que aparecem nas fotos ou dos “BURROS” que estão montados neles?

(do G1)

Corrida foi disputada na cidade de Mendrisio.
Fabrizio Molteni foi o vencedor da tradicional prova.

Fabrizio Molteni (à direita) comemora a vitória na tradicional corrida de burros, que foi disputada no sábado (28) na cidade suíça Mendrisio. (Foto: Fiorenzo Maffi/Reuters)

Fabrizio Molteni (à direita) comemora a vitória na tradicional corrida

de burros, que foi disputada no sábado (28) na cidade suíça de Mendrisio.

(Foto: Fiorenzo Maffi/Reuters)

À esquerda, Dario Engeler tenta subir em sua montaria. À direita, Fabrizio Molteni celebra sua vitória. (Foto: Fiorenzo Maffi/Reuters)

À esquerda, Dario Engeler tenta subir em sua montaria. À direita,

Fabrizio Molteni celebra sua vitória. (Foto: Fiorenzo Maffi/Reuters)

Recifes de corais podem desaparecer com oceano mais ácido

pessoal, os mares sofrem com a degradação ambiental que o homem provoca. Assim como a primeira forma de vida em nosso planeta saiu do Mar, sua destruição também levara a última forma de vida a extinção!

Ainda dá tempo!

(do G1)

Acidificação é resultado de maior concentração de CO2 na atmosfera.
Cientistas alegam que ecossistema pode ser impactado ainda neste século.

Um estudo realizado por cientistas dos Estados Unidos, Austrália e Alemanha aponta que acidificação dos oceanos, fenômeno que reduz o pH das águas devido ao aumento do CO2 atmosférico, poderá reduzir a diversidade e a resiliência (capacidade de recomposição) de recifes de corais ainda neste século.

Os pesquisadores estudaram espécies dos ecossistemas localizados próximos a três infiltrações vulcânicas, que emitem naturalmente CO2 no fundo do mar, na Papua Nova Guiné. Com isso, puderam entender melhor o impacto da acidificação dos oceanos na biodiversidade marinha.

Os cientistas conseguiram detalhar os reflexos de uma exposição prolongada dos recifes de corais a altos níveis de dióxido de carbono e baixo pH no oceano Indo-Pacífico. Isto simularia a projeção de aumento dos níveis de CO2 na atmosfera, que poderá ocorrer até o final deste século e tornaria os oceanos mais ácidos.

Infiltrações vulcânicas na região de Pápua Nova Guiné simula emissões de CO2 na atmosfera: recifes de corais podem desaparecer (Foto: Katharina Fabricius/Australian Institute of Marine Science)
Infiltrações vulcânicas em Papua Nova Guiné simula emissão de
CO2 na atmosfera: recifes de corais podem desaparecer com oceanos
mais ácidos
(Foto: Katharina Fabricius/Australian Institute of Marine Science)

“Esses resultados prévios mostram como os recifes ficarão daqui a 100 anos caso a acidificação dos oceanos piore”, afirmou Chris Langdon, um dos principais investigadores do assunto, que é ligado à Escola Rosenstiel de Ciência Marinha e Atmosférica, da Universidade de Miami.

O estudo mostra ainda mudanças na composição das espécies de corais e redução da biodiversidade e recrutamento no recife com a redução do pH de 8,1 para 7,8. A equipe também relata que o desenvolvimento de recifes cessaria a um pH abaixo de 7,7.

O quarto Relatório de Avaliação do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) estima que até o final do século, o pH dos oceanos diminuirá dos atuais 8,1 para 7,8 devido ao aumento das concentrações atmosféricas de CO2.