R.I.P Gugu Liberato… mas queria mesmo saber cadê o cachorrinho?

Pois é mestre Gugu Liberato…

Homem caridoso, bondosos, senssível… Homem de princípios, bom garoto da Televisão Brasileira!

Tudo uma grande BALELA! Na verdade você, com seus MILHÕES recebidos graças ao público que te acompanha, não tem o menor respeito pelos seus telespectadores. Não tem respeito pelos animais e não tem respeito por quem os ama.

Você Gugu Liberato, sequer se prestou a dar uma notinha, dizendo (mesmo que fosse mentira…e íamos apurar):

– “Oi Platéia… Olha o cachorrinho está bem… foi morar com “fulano”… eu amo os animais e JAMAIS deixaria que nada de errado fosse feito do cachorrinho! Nem do pintinho amarelinho!”

Mas na verdade, o seu silêncio e de sua produção demonstram não só sua falta de respeito conosco, que ficamos do outro lado da Tela, como também nós deixa mais preocupados ainda com o que possa ter sido o destino desse cãozinho!

Sinceramente Gugu Liberato… prá mim você morreu e já foi até enterrado! Aqui em casa está PROIBIDO ligar a TV na Record no Domingo à Tarde… Eu, sendo bem sincero, já nem te assistia, mas agora é norma a proibição aqui.

Se cada defensor de animais tiver vergonha na cara, há de fazer o mesmo em suas casas. Se não para diminuir sua audiência, ao menos para não mais ver os ABSURDOS que seu programa faz com os animais.

R.I.P Gugu Liberato… ou melhor, R.I.O*

* REST IN OBLIVION  (DESCANSE NO ESQUECIMENTO) porque Paz você não merece!

Condomínios do PAC desrespeitam a constituição Federal

Cães sem-teto graças a política de desamor aos animais do Governador.

Os Condomínios do PAC no Estado do Rio de Janeiro estariam desrespeitando a Constituição Federal, no que se refere a proteção e tutela animal e mais, provocando uma série de crimes ambientais!

Além de casos anteriormente relatados na própria imprensa e divulgados por defensores dos direitos animais, agora chegam notícias de que wm Itambi, distrito de Itaborai, moradores estariam sendo avisados que seus animais não serão permitidos. E o que esses moradores devem fazer com os bichos? Soltá-los às ruas?

Em Charitas, também em Niterói, existem dezenas de relatos de animais atropelados graças a proibição de permanência nos imóveis entregues pelo PAC. Em breve, a situação se repetirá em Itambi.

Governador Sérgio Cabral, esse é seu amor pelos animais???

Onde está o respeito desse Governo pelo meio ambiente???

Vou até fazer uma maldade e colocar aqui um cachorrinho com a camisa do Vasco da Gama, time de coração de nosso Governador, pois como ele dá muita importância ao futebol e pouca aos animais, quem sabe ele fica comovido, ou serve como mensagem subliminar???

Olha só Governador… ele tá IMPLORANDO prá ficar!!

Resgatar Animais não é brincadeira (2ªparte-Reabilitação)

Então amigos, no artigo anterior falamos sobre RESGATE, seus perigos, as técnicas que envolvem a operação e muito mais.

A idéia dessa série em 3 partes é conscientizar defensores de animais da responsabilidade que é resgatar um cão ou outro animal qualquer.

Como comentado anteriormente, a parte mais simples, por incrível que possa parecer, é o resgate. Logo após, é hora da reabilitação!

Presume-se que, se você teve de RESGATAR um animal, significa diretamente que ele necessite ser reabilitado, caso contrário não terá sido um resgate, mas um RECOLHIMENTO do animal.

A primeira providência é levar a um VET de confiança. A avaliação inicial do animal envolverá invariavelmente uma consulta, exame de sangue completo, vermifugação, banho e vacinas… isso se o animal não apresentar machucados, problemas de pele e outras moléstias facilmente identificáveis. Em alguns casos ainda terá que fazer ultra-sonografias ou exames mais elaborados, com especialistas em procedimentos veterinários… Isso sem falar na castração!

No barato, você gastará no mínimo, inicialmente (na melhor das hipóteses) em torno de R$250,00 a R$300,00.

A próxima fase é o Lar temporário… Esse tem sido um grande problema ultimamente. Apesar de muitos grupos de defesa animal acabarem custeando toda a estadia do animal (banhos, remédios, ração, etc), existe uma grande dificuldade em se encontrar lares temporários, ou seja, aqueles em que o animal ficará, até sua adoção definitiva.

Por vezes arrumamos lares temporários e os perdemos logo em seguida, pois, os “padrinhos” acabam se apaixonando por seus hóspedes, o que é ótimo do ponto de vista do animal, mas péssimo para o trabalho de defesa, pois, como já mencionei, é muito difícil achar um lar temporário, bem mais que um adotante definitivo! assim, perdemos lares com as adoções desses animais por aqueles que se prestavam a fazer o Lar Temporário.

A reabilitação passa também por muitas manifestações de carinho e amor. Cães judiados, por vezes, chegam a serem agressivos ou ainda tímidos… muitos nos chegam completamente traumatizados, graças a seu histórico de abandono… então, a paciência, o amor e o carinho são as ferramentas necessárias para reabilitar psicologicamente e comportalmentalmente esse animal… e isso requer tempo.

Sim, requer tempo uma reabilitação, afinal, como defensores responsáveis, só poderemos entregar um animal para adoção quando o mesmo estiver COMPLETAMENTE reabilitado. Isso impede que o adotante devolva o animal, apesar de todos os cuidados que possamos tomar para encontrar o ADOTANTE certo para cada animal em particular, respeitando-se também as características desse animal.

Mas adoção, esse será o tema do 3º artigo…

Até lá!

 

Conheça os 10 mandamentos da Posse Responsável de animais

Então pessoal,

 

Antes de adotar um animal, conheça os 10 mandamentos da Posse Responsável!

Os mandamentos, elaborados pela ONG Arca Brasil, são o norte para o proprietário de animais ou para quem quer ter um bicho.

1- Antes mesmo de adquirir um animal, considere que seu tempo médio de vida é de 12 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifique quem cuidará dele nas férias ou em feriados. O animal não é um brinquedo e vai ficar a vida toda com você.

 

2- Adote animais que já vêm vacinados e castrados de abrigos públicos e privados, em vez de comprar por impulso; muitos bichinhos precisam de um lar.

 

3- Informe-se sobre as características e necessidades da espécie escolhida, como tamanho, peculiaridades e espaço físico de que o bicho precisa.

 

4- Mantenha o seu animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua. Para os cães, passeios são fundamentais, mas apenas com coleira e guia, sempre conduzido por quem possa contê-lo.

 

5- Cuide da saúde física do animal. Dê banho, escove e exercite-o regularmente, forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o ao veterinário.

 

6- Zele pela saúde psicológica do animal; além de comida e água, os bichos precisam de atenção, carinho e ambiente adequado.

 

7- Eduque o animal, se necessário, por meio de adestramento, mas respeite suas características; todos os bichos podem ser ensinados, para que o convívio com as pessoas melhore; portanto, tenha paciência e não desista do seu amigo.

 

8- Recolha e jogue os dejetos em local apropriado; jamais saia para passear sem levar papel ou saco plástico para recolher a sujeira que o animal pode fazer na rua.

 

9- Identifique o animal com plaqueta e registre-o no Centro de Controle de Zoonoses ou similar. Coloque os seus telefones na placa; também é recomendável uma identificação permanente, como microchip ou tatuagem.

 

10- Muitos animais acabam nas ruas devido a crias indesejadas. Além de evitar os filhotes, a castração em machos e fêmeas só faz bem ao bicho, pois anula a possibilidade de uma série de doenças. O ideal é castrar as fêmeas antes mesmo do primeiro cio.

Casal mantém santuário para pit bulls abandonados

Mais uma vez a sociedade civil, na figura de defensores do mundo animal, fazem o papél que deveria ser dos nossos governantes.

Atentem para o fato que, no Rio de Janeiro, cães Pit Bulls são sacrificados no CCZ sob a alegação de serem cães anti-sociais. Se usarem as verbas de forma correta, e não para “outras” finalidades, certamente poderiam contratar um profissional para ressocializar esses animais… mas é mais fácil matar não é?

(do R7)

Especialista na raça treina animais para atendimento terapêutico em clínicas infantis

Julia Chequer/R7

Pulguinha, de quatro meses, chegou faz dois meses no santuário; ela

quase não cresceu, pois foi abandonada muito bebê e teve ausência de cálcio

no organismo

 

Faz ano e meio que o casal Fernanda Meccia e Paulo Melo fechou o restaurante que tinha no litoral de São Paulo, para dedicar-se exclusivamente ao cuidado de pit bulls abandonados.

Eles criaram o Santuário dos Pit bulls. Como explica Fernanda, um cachorro desses que fica na rua acaba muito judiado.

– As pessoas batem, dão pauladas, facadas, uma coisa horrorosa. Acham que por ser pit bull, o cão é um monstro, um absurdo.

Ela explica o porquê é apaixonada pela raça, a que se dedica faz dez anos.

– São cães de companhia, um animal leal, doce, que ama crianças, diferentemente da imagem que fazem da raça. Mas se criados de forma errada, claro, podem virar uma arma.

O adestrador Jorge Pereira, especializado em pit bulls, faz coro. Ele já trabalhou inclusive com a raça para atendimento terapêutico, em clínicas pediátricas.

– São animais fortes, determinados e extremamente submissos ao humano. Mas existem pessoas que estimulam a violência no bicho, penduram pneus para desenvolver o instinto de caça, acham bonito o animal perseguir outro.

Seu cachorro Tas costumava fazer o trabalho voluntário de entretenimento de crianças doentes.

– Os pit bulls são fortes e doces, eles aguentam todo tipo de brincadeira, e criança puxa orelha, rabo, eles encaram tudo numa boa.

Ele conta que iniciativas como esta do santuário são essenciais, até para mudar a imagem do bicho, que sofre nas ruas.

– A cada notícia de pit bull que ataca alguém,  pois certamente foi criado de forma errada, as pessoas abandonam os animais que compraram por medo ou raiva do bicho, e esse animal é massacrado nas ruas, por gente ignorante.

Abandonada em um abrigo em Guarulhos, ela foi amarrada

no portão, junto com seu bebê, Pulguinha;

Ágata tem quatro anos e está no santuário faz dois meses

Tom e Jerry na vida Real

Por vezes, o mundo animal se mostra contraditório. Predador e presa podem também conviver de forma pacífica. Esses casos sempre nos chamam atenção… o homem deveria aprender mais com os animais.

(do G1)

Aposentado flagrou a cena em Aberdeen, na Escócia.
Dupla lembrava cena do desenho animado ‘Tom e Jerry’.

Em uma cena que lembra o desenho animado “Tom e Jerry”, o aposentado e fotógrafo amador Bill McIntosh disse ter flagrado um gato e um rato brincando juntos, segundo reportagem do jornal inglês “Daily Mail”.

Bill McIntosh diz que gato e rato estavam brincando juntos. (Foto: Reprodução/Daily Mail)
Bill McIntosh diz que gato e rato estavam brincando juntos.
(Foto: Reprodução/Daily Mail)

“Quando vi pela primeira vez o gato, pensei que ele tinha um pássaro em sua boca, mas, quando cheguei perto dele, pude ver que era um rato. O gato estava brincando com ele, pegando-o em suas garras e soltando depois”, disse McIntosh.

De acordo com o aposentado, às vezes, o roedor ficava exausto e parava em frente do felino. McIntosh disse ter flagrado a cena perto de sua casa em Aberdeen, na Escócia.

Tubarão de 6 m salta quase 4 m para capturar foca de brinquedo

Para quem não sabe, o Grande Tubarão Branco é o único dos Tubarões que salta para fora da água para capturar sua presa.

Abaixo, belas imagens desse salto, pucas vezes capturado por lentes.

(do G1)

Cena foi registrada em False Bay, na África do Sul.
Fotógrafo reproduziu poder de caça do tubarão com foca de brinquedo.

O fotógrafo Michael Rutzen, de 40 anos, usou uma foca de brinquedo para reproduzir o poder de caça do grande tubarão branco. Ele pendurou a foca a cerca de 1,5 metro de distância de seu barco e conseguiu registrar um tubarão branco de seis metros de comprimento saltando quase quatro metros de altura para capturar a presa em False Bay, na África do Sul.

Tubarão branco saltou quase 4 metros de altura para capturar foca de brinquedo. (Foto:  Barcroft Media/Getty Images)
Tubarão branco saltou quase 4 metros para capturar foca
de brinquedo. (Foto: Barcroft Media/Getty Images)
Poder de caça do tubarão branco foi registrado pelo fotógrafo Michael Rutzen. (Foto: Barcroft Media/Getty Images)
Poder de caça do tubarão branco foi registrado pelo fotógrafo
Michael Rutzen. (Foto: Barcroft Media/Getty Images)
Cena foi fotografada em False Bay, na África do Sul. (Foto: Barcroft Media/Getty Images)
Cena foi fotografada em False Bay, na África do Sul.
(Foto: Barcroft Media/Getty Images)