Cadeira de Rodas para Cães em PVC, faça você mesmo

Gente, tive que copiar para vocês esse post do excelente site ANIMAIS.O.S

O post fia no seguinte endereço: http://animaisos.org/?n=1543

Reproduzo aqui para vocês!!

 

Aprenda a fazer uma cadeira de rodas para animais em pvc, simples, fácil de fazer, barato e funcional.

A Cadeira de Rodas para Cães, feita em PVC que traz um maior conforto e mobilidade aos que sofreram algum tipo de acidente ou que foram maltratados perdendo assim sua mobilidade.

Quem possui um animal de estimação sabe como é penoso vê-lo sofrendo seja qual for o motivo. Imagine aqueles que têm alguma deficiência física, seja por problemas genéticos ou decorrentes de acidentes como atropelamentos. Quem passa por esta situação sabe que o custo das cadeiras de rodas, que podem de alguma forma dar uma vida mais “normal” aos animais, existentes hoje no mercado é alto. Diante dessas dificuldades, a ambientalista baiana, Scheyla Bittencourt, se sensibilizou e desenvolveu uma cadeira de quadro rodas em PVC para animais tetraplégicos, uma versão da cadeira de duas rodas.

Os principais produtos utilizados na construção das cadeiras são os tubos e conexões de PVC, que segundo Scheyla, possuem ótimo custo-benefício já que atendem às necessidades de funcionalidade do produto, são baratos, fáceis de encontrar e de moldar.

A ambientalista é idealizadora do Projeto Malu (http://projetomalu.blogspot.com), que surgiu em 2007 e possui ações de proteção a animais carentes e com deficiência e que geralmente, em função dessas condições, são sacrificados. “As cadeirinhas possibilitam que o tutor devolva ao animal a oportunidade de se movimentar, auxiliando na reabilitação” esclarece Scheyla. E completa: “o equipamento serve aos objetivos do Projeto Malu, de valorizar o animal deficiente e provocar a reflexão sobre temas como abandono, guarda responsável, lealdade e respeito aos animais em quaisquer circunstâncias.”

Scheyla pretende, no futuro, produzir e comercializar as cadeiras e reverter a verba 100% para o auxílio e ajuda nas ações em prol da reabilitação de animais.

Para Miguel Bahiense, presidente do Instituto do PVC, este é mais um exemplo dos vários benefícios que os produtos de PVC trazem a sociedade. A indústria brasileira do PVC tem o compromisso de apoiar trabalhos como esse, “ainda mais quando as características do produto, como versatilidade, custo-benefício, entre outras, são fundamentais e benéficas”, afirma. Trata-se de uma alternativa mais acessível que inclusive possibilita que as camadas mais carentes da população tenham acesso e consigam ajudar seus animais de estimação.

O Instituto do PVC tem o compromisso de orientar as empresas associadas a adotarem posturas socialmente responsáveis, no intuito de promover crescimento sustentável do setor, difundindo suas características técnico-científicas, ambientais e de reciclabilidade, sempre fundamentadas em ações éticas.

Lista de materiais:

Tubo de PVC ¾” 2 m
Cotovelo PVC ¾” 90º 8 un
Te PVC ¾” 4 un
Cap PVC ¾” 2 un
Luva PVC 3/4″ 2 un
Rodinha de carrinho de feira 2 un
Prego ou parafuso grande
para eixo da rodinha 2 un
Pano para o assento
Fita para prender no peito
Cola para tubo de PVC peq. 1 un

É necessário tirar as medidas exatas de seu cachorro e ir adaptando e experimentando com seu cãozinho. Caso ele seja muito grande, usar conexões maiores.

As emendas entre as conexões são feitas com pequenos pedaços de tubo com 1,5cm.

As patas devem fica com livre movimentação e encostadas no chão na posição natural.

O eixo da roda deve ser adaptado na ponta do Cap sendo furado e colado.

 

Cadela pintada de cor-de-rosa é encontrada no lixo

Uma pessoa que faz uma coisa dessas não deve ter muita coisa na cabeça… usou o animal e descartou… Isso prá mim tem traço de psicopatia!

(do R7)

O caso aconteceu na cidade de Canoas (RS). A cadela, que agora se chama Rosinha, está se recuperando em um abrigo para cães. Ela está abaixo do peso e com anemia e precisa melhorar antes que tirem o pelo cor-de-rosa dela.

 

Americano que criava jacaré para ‘impressionar garotas’ é processado

Não falta mais nada… um cara desses tinha era que ser castrado quimicamente para não gerar uma prole tão estúpida quanto ele!

(do G1)
Dewayne Yarbrough mantinha o réptil em aquário na cozinha em Illinois.
Ele foi processado por posse de animal perigoso.

O americano Dewayne Yarbrough, de 43 anos, foi processado por manter um jacaré de estimação que, segundo ele, servia para “impressionar as mulheres”.

O caso ocorreu em Ford Heights, subúrbio de Chicago, principal cidade de Illinois.

Yarbrough foi processado por “posse de animal perigoso”.

Policiais do condado de Cook disseram que ele mantinha o animal, de 1,2 metro de comprimento, em um pequeno aquário na sua cozinha, e que o alimentava com 10 ratos vivos por mês, para evitar que ele crescesse demais.


O jacaré em imagem divulgada pelas autoridades do condado de Cook (Foto: Reprodução de vídeo)Yarbrough disse aos policiais que comprou o jacaré cinco anos atrás, no estado americano de Indiana, por US$ 200 (pouco mais de R$ 320).

O pessoal do controle animal não explicou como ficou sabendo da existência do jacaré na casa.

Ele foi levado na quinta-feira (5) para a sociedade protetora de animais e vai ser doado à Sociedade Herpetológica de Chicago.

CRIME! SAFARI EM MATO GROSSO DO SUL

Olá pessoal,

Hoje acordo vocês com essa notícia ABSURDA de um crime ambiental acontecendo numa fazenda no Mato Grosso do Sul. E acordo muito P….

O primeiro absurdo é a existência de verdadeiros Safaris, organizados para estrangeiros, com pousada, translado, fornecimento de armas, cães mateiros e guias, exatamente aqui no Brasil. Não estou falando daquelas caçadas, que estamos cansados de saber que existem, mas verdadeiros SAFARIS, que não deixariam nada a dever daqueles que, nem mais na África se fazem.

O segundo absurdo é chamar essa &%$#$¨&¨% de AMBIENTALISTA. O nomezinho da figura é Beatriz Rondon (RONDON… que hironia) e os SAFARIS aconteciam (acontecem) em sua propriedade, a fazenda Santa Sofia, no Estado do Mato Grosso do Sul;

O terceiro, e mais grave absurdo é que o Jornal Nacional noticia, policiais Federais, inclusive delegado, dão entrevistas, a matéria mostra a apreenção de várias armas e munição, peles e galhadas de animais, o vídeo mostra essa &*%$#$* dando depoimento, logo depois de abaterem uma onça… e ela não foi INDICIADA!

Isso mesmo, repito, ela não foi INDICIADA!!!!

E por que? O Advogado dela aparece nas imagens, dizendo que as armas eram legalizadas e que ela não teria interesse em promover SAFARIS.

Mas vejamos:

Lei de Crimes Ambientais

Seção I
Dos Crimes contra a Fauna
Art. 29. Matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em
rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou
em desacordo com a obtida:

Ué, estou ficando louco ou ela aparece no vídeo matando, perseguindo, apanhando espécies da fauna silvestre???

E mais…

§ 1 . Incorre nas mesmas penas:

III – quem vende, expõe a venda, exporta ou adquire, guarda, tem em cativeiro ou deposito,
utiliza ou transporta ovos, larvas ou espécimes da fauna silvestre, nativa ou em rota migratória,
bem como produtos e objetos dela oriundos, provenientes de criadouros não autorizados ou sem
a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente.

§ 4 . A pena e aumentada de metade, se o crime e praticado:
I – contra espécie rara ou considerada ameaçada de extinção, ainda que somente no local da
infração;

O que eram aquelas galhadas de veado e couro de cobra encontrados na propriedade dessa ¨&*%$#$???

Fica meu questionamento: POR QUE ELA NÃO FOI INDICIADA SE AS PROVAS ESTÃO TODAS MATERIALIZADAS?

Será porque ela é PECURISTA? Tem DINHEIRO? Já começa por não compreender como um pecuarista possa ser também um ambientalista… e segue pelo fato de que essa %¨$#¨& ainda recebia indenizações do governo pelo seu gado morto por onças… e tinha a responsabilidade de acompanhar a vida desses animais.

Colocaram o LADRÃO para tomar conta do COFRE!

Bom, se tiverem estômago, assistam ao vídeo e tirem suas próprias conclusões. Depois leiam a matéria na íntegra.

O mais importante é repassar essas informações a todos que você conhece e se preocupam com nossos animais… vamos dar vulto a essas denúncias e exigir de nossa justiça explicações do porque essa ¨%$#$%¨não foi indiciada!

CHEGA DE IMPUNIDADE!

 

 

(de OGLOBO)

CAMPO GRANDE e SÃO PAULO – A Polícia Federal (PF) em Mato Grosso do Sul, com apoio do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), apreendeu, na noite desta quinta-feira, várias partes de animais, armas e centenas de munições, além de objetos usados para caçar onças. O material – utilizado em safáris ilegais – estava na fazenda Santa Sofia, localizada nas proximidades de Aquidauana, no Panatanal, a 130 km de Corumbá. A dona da propriedade, a pecuarista e ambientalista Beatriz Rondon, não foi indiciada. As investigações continuam.

Na propriedade foram apreendidas 12 galhadas (espécie de chifre) de cervo, dois crânios de onça, uma mandíbula de porco monteiro, uma pele de sucuri com 3,5 metros, cinco revólveres calibre 38, uma pistola 357, uma carabina, dois fuzis, 17 caixas de munição de diversos calibres, dois alforjes (um tipo de bolsa muito usado pelos caçadores), além de dois tubos de um instrumento de sopro que simulam o esturro, que serve para atrair onças.

Os detalhes da operação foram divulgados nesta sexta-feira pelo superintendente do Ibama, David Lourenço. Segundo ele, ninguém foi preso ou autuado ainda, porque não houve flagrante e o Ibama aguarda a perícia dos materiais para definir o tipo de punição a ser aplicada. Os crânios de onças foram levados para serem periciados na Embrapa Pantanal (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária). A multa é de R$ 5 mil por animal abatido, mas neste caso, se for confirmada que o dono da fazenda cobrava pacotes turísticos que incluia a caça de animais silvestres, o valor pode der dobrado.

Segundo o superintendente do Ibama, as investigações apontam que turistas estrangeiros pagavam de US$ 30 mil a US$ 40 mil para praticar a caça na propriedade pantaneira. Nesse valor estão incluídos passagens aéreas, hospedagem e alimentação, além de armas e munições usadas na caça.

– A propriedade também funcionava como uma pousada – diz o delegado Alexandre do Nascimento.

De acordo com o superintendente, as investigações na fazenda começaram depois que a PF recebeu de um norte-americano um vídeo que mostra vários turistas abatendo animais.

– Isso é uma evidência clara de que os safáris eram feitos em Mato Grosso do Sul e por isso precisam ser investigados mais profundamente – afirmou Lourenço.

No vídeo aparece participando do safári Marco Antonio Moraes de Melo, o Tonho da Onça. No Pantanal, ele é famoso por ser o maior caçador de onças da região. Há anos, ele ficou conhecido na mídia nacional como sendo exemplo de homem que se converteu de caçador a um grande defensor dos animais. Nas reportagens, ele apareceu participando de projetos de proteção aos felinos. A ambientalista também aparece no vídeo. Ela mostra uma onça fêmea sendo abataida e diz que o animal estava atacando seu gado.

Na Operação Jaguar I, realizada em julho do ano passado pela PF e Ibama, quatro pessoas foram presas acusadas de realizar a matança de animais em extinção no Pantanal. Tonho da Onça escapou da ação e desde aquela época é considerado foragido, por estar com mandado de prisão expedido pela Justiça. Na gravação recebida pela PF, a data que aparece é 2004, portanto, bem antes da Operação Jaguar I.

O advogado da ambientalista, Renê Siufi, disse que as armas localizadas na propriedade são todas legalizadas e que Beatriz não ‘tem interesse em matar onças e nem permitir que se faça esse tipo de atividade’.