Gugu, cadê o cachorrinho???

Então pessoal… chegou a meu conhecimento que o Programa Domingo Legal, do apresentador Gugu Liberato, em seu quadro “De volta para o meu aconchego”, auxiliou a família da Brasileira Mariana a voltar do Japão (onde vivia com sua família) para o Brasil.

Nem vou comentar sob o cunho apelativo desse tipo de quadro, mas desde que faça algo por “alguém”, tá valendo…

O problema é quando pisam nos nossos calos. Eu já soube, no passado, que em outra ocasião, o Gugu emocionou a  seus telespectadores com a história do rapaz pobre, que cuidava de galinhas em SP e que queria voltar para o Norte. Por que cargas d´água, o Gugu foi impossibilitado de levar as galinhas, que o rapaz amava e comprou novas para ele…

Dessa vez a coisa se repete. A família retorna ao Brasil, mas deixa para trás o cãozinho da raça Shith-zu, como se o mesmo fosse parte de móveis e utensílios da casa…

Mas ele foi “bonzinho”, afinal comprou um novo “amor” para essa família aqui no Brasil. Os presenteou com outro cãozinho, um novinho em folha!!!

Mas Guguzinho… o que aconteceu com o cãozinho da família? Porque não usou seu Jatinho para trazê-lo e fazer a felicidade completa da família e do cãozinho? Prá onde foi essa vida???

Gugu, nós, que respeitamos os direitos animais queremos saber!

 

CADÊ O CACHORRINHO GUGU????

 

Amigos, nem vou publicar o vídeo aqui, prá não dar IBOPE para a Record e particularmente para o Sr. Augusto Liberato!

Mas queremos saber!

Escreva para a produção do Programa em: http://noticias.r7.com/blogs/gugu/2011

E mais, boicote o programa do Gugu, a rede Record, peça que seus amigos e Família façam o mesmo… até termos notícias do Cãozinho!

Está lançada a campanha: CADÊ O CACHORRINHO GUGU????

Manifestantes fazem protesto no Campo de Santana

Pessoal,

 

Gostaria em primeiro lugar de dizer que APOIO incondicionalmente qualquer movimento em favor dos animais. Só não fui até lá porque, determinadas lideranças desse movimento já me hostilizaram num passado recente. Então, como só vou onde sou querido, me permiti a não comparecer a nenhuma dessas manifestações… mas como disse antes, sou frontalmente favorável a manifestações da sociedade civil, principalmente de forma ordeira e organizada.

Só acho que, deveriam marcar uma manifestação dessas numa sexta feira, ao meio dia, quando… além de chamar mais atenção dos populares, que lá estarão em dia de trabalho (no final de semana fica bem mais deserto) e que, depois da manifestação, fossem todos diretamente ao prédio da prefeitura (isso mesmo, aquele carinhosamente apelidado de “Piranhão”) levando uns 20 animais para serem entregues aos cuidados da SECRETARIA DE PROMOÇÃO E DEFESA DOS ANIMAIS. É claro, todos fotografados  e de preferência, avaliados por um Vet. Assim poderíamos forçá-los a agir e mais, fiscalizaríamos o destino desses bichanos.

Enquanto a coisa ficar só na manifestação, vão continuar sendo vistos como CHATOS, MULHERES SEM MARIDO QUE NÃO TEM O QUE FAZER E MALUCOS, como escutei por algumas vezes serem chamadas as protetoras do C.S por autoridades do legislativo Estadual e do Executivo municipal.

Abaixo a notícia do GLOBO

RIO – O Campo de Santana, no Centro do Rio, foi palco de uma manifestação na manhã deste domingo. Com cartazes, faixas e carros de som, o grupo protestou contra o abandono, a má conservação e a falta de segurança da Praça da República. Eles deram um abraço simbólico no campo.

O objetivo do protesto era chamar a atenção tanto da prefeitura quanto de possíveis voluntários para os inúmeros animais abandonados que vivem no local. Em sua maioria gatos. A mobilização teve início às 10h e terminou por volta das 11h30m.

Sobre os cães da Freguesia, na Ilha do Governador

Pois é pessoal,

 

Conforme prometido, estive hoje na Praia da Freguesia, exatamente em frente ao nº 35 dessa rua.

Primeiro quero expor exatamente o que encontrei, depois vou fazer minhas considerações:

Cheguei por volta das 15:20. O que encontrei foram 4 cães, 3 deles juntos, sentados e deitados calmamente ao que pareciam ser pescadores da localidade e 1 passeando e correndo atrás dos pombos na praia (se é que podemos chamar de praia). Dos 3 que estavam sentados e deitados calmamente, apenas 1 apresentava um pequeno problema de pele na parte traseira (meu pareceu sarna, mas não sou Vet, então posso estar errado), os demais, inclusive o molecão que corria na praia, estavam em excelenetes condições.

Durante os quse 40 minutos de minha observação nenhum ato de agressividade foi demonstrado por quaisquer dos cães. Inclusive, os moradores do nº 35 estavam fazendo um churrasco (o prédio fica a menos de 15 metros da praia) mas nenhum dos cães pareciam se preocupar com isso. Um pai, com 2 filhos jogava futebol na praia, bem em frente ao prédio (ele era participante do churrasco) e o cão passava por ele e seus filhos sem causar incômodo.

Agora vou as minhas considerações:

O fato de ter encontrado apenas 4 cães, não significa que não existam outros, chegando ao número informado de 8, ou até mais animais no local.

Os cães eram visivelmente animais COMUNITÁRIOS, e disso tenho certeza, não só pela postura junto aos pescadores, como pelo estado físico dos mesmos. Assim, ademais das reclamações (caso não exista agressividade comprovada) estariam amparados pela Lei Municipal 4956/2008 conforme se segue abaixo:

Art. 1° Fica considerado como animal comunitário aquele que, apesar de não ter proprietário definido e único, estabeleceu com membros da população do local onde vive vínculos de afeto, dependência e manutenção.
Art. 2° Ficam estabelecidas normas de identificação, controle e atendimento a animais comunitários, na forma prevista nesta Lei.
Art. 3° O animal comunitário deverá ser mantido  no local onde se encontra, sob os cuidados do Órgão Municipal para este fim apontado e cujas atribuições estão relacionadas a seguir:
I – prestar atendimento médico veterinário gratuito;
II – realizar esterilização gratuita conforme disposto na  Lei  nº 3.739, de 30 de abril de 2004;
III – proceder à identificação a ser feita por meio de cadastro renovável anualmente.
Art. 4° Serão responsáveis-tratadores do animal comunitário aqueles membros da comunidade que com ele tenham estabelecido vínculos de afeto e dependência recíproca e que para tal fim se disponham voluntariamente.
Parágrafo único. Os responsáveis-tratadores serão cadastrados pelo órgão supracitado e receberão crachá do qual constará qualificação completa e logotipo da Prefeitura do Rio de Janeiro.
Art. 5°  Caberá ao Poder  Executivo Municipal determinar o órgão que procederá a implementação das disposições expressas nesta Lei.
Art. 6°  Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Câmara Municipal do Rio de Janeiro, em  3  de dezembro de 2008
Vereador ALOISIO FREITAS
Presidente.

Assim exposto e compreendido, seria de RESPONSABILIDADE da SEPDA cumprir a Lei, prestar todo atendimento a esses animais, e não dizer que vai recolhe-los ao CCZ. Mas esperar isso de um órgão INCOMPETENTE, MOROSO, INEFICAZ E INOPERANTE como a SEPDA, seria impossível.

Assim sendo, queria avisar a SEPDA que estou de olho, que mantive contato com os pescadores locais que alimentam os animais e que, quando possível tratam e até dão remédios (segundo depoimentos)… e vou ficar de olho.

Caso qualquer coisa aconeça a esse animais, serei avisado, e vou proceder como cidadão interessado, com todos os artifícios legais ao meu alcance para responsabilizar quem tiver atos irresponsáveis com esses cães. Mas também estarei aqui para elogiar, caso a SEPDA cumpra com seu dever institucional e legal…o que eu duvido muito.

No mais, o que me pareceu foi:

1- Falta de notícias no Jornal Ilha Notícias, que, no intuito de ter o que escrever, escreveu sem sequer apurar.

2- O famoso preconceito dos moradores do prédio local, contra não só os animais, como também para com os pescadores alí estabelecidos.

Volto a afirmar que, o fato de não ter visto agressividade não significa que ela não exista por parte dos cães (já que dos moradores e denunciantes está comprovada), mas mesmo nesse caso, a responsabilidade é da SEPDA e não recolhendo e entregando ao CCZ.

Vamos nos lembrar que cães são territorialistas… talvez uma castração feita pela SEPDA (kkk que sonho) venha a mudar o comportamento deles.

Estou de olho!

 

 

Dia do Trabalho… cães também são trabalhadores

Logicamente que faltaram diversas “profissões” dos nossos amigões… atualmente eles são modelos, fazem novela e muito mais… mas tá valendo a matéria pelo dia do Trabalho!

Blog animais no “bulhufas”

Cães trabalhadores: fazendo a vida mais fácil para o homem

Durante séculos o cão tem acompanhado o homem, oferecendo a sua ajuda e companheirismo. Por isso se considera justamente esse animal nobre como o “melhor amigo do homem.”

Desde tempos antigos os cães eram usados para executar tarefas de diversos trabalhos, tais como pastoreio, caça e segurança. Seu temperamento, comportamento e física foram desenvolvidos no decorrer do tempo de acordo com a função a ser executada. Mais tarde nas cortes reais, a idéia de usá-los como animais de estimação, a moda que durou até hoje.

Atualmente os cães trabalhadores são treinados para tarefas específicas. Apesar de serem classificados de muitas maneiras, a principal delas é a que separa as raças de acordo com sua função.

Os cães de trabalho são usados para puxar trenós, salvar vidas, como cão de guarda, caça e defesa, entre outros.

Vejamos um pouco mas de detalhes das diversas funções que realizam os cães trabalhadores.

Cães de guarda e defesa:

São cães que têm características especiais de vigilância e proteção. O Dobermann, Boxer, Pastor Alemão e raças Rottweiler são ideais para atividades de segurança e defesa.

Cães de busca, busca e salvamento:

Sua missão é salvar vidas. Eles são treinados para que possam localizar, escavar e identificar a localização de vítimas soterradas de uma catástrofe, sob os escombros ou neve, de forma que a equipe de resgate possa continuar com trabalho de resgate. Estima-se que um cão de salvamento pode fazer em 20 minutos o trabalho de dez horas de um grupo de socorristas.

Cães policiais:

É cada vez mais comum encontrar cães no trabalho policial. Eles são usados principalmente para detectar drogas e explosivos.

Os cães que fazem o trabalho policial são geralmente os que facilmente se adapta a qualquer ambiente, possuem boa condição física e instintos de caça. Realizam seu trabalho entre 2 e 8 anos de vida.

Cães de guia:

São uma preciosa ajuda para os cegos, uma vez que proporcionam segurança e autonomia que lhes permita viajar sozinho.

As principais características que devem ter os cães-guia são: não devem exceder a altura mediana para um fácil manuseio de seu dono, ser sociável e obediente. Geralmente é utilizado para este tipo trabalho raças como o Labrador, Golden Retriever e Pastor Alemão.

Caçadores

Eles são criados para perseguir a presa. Os cães são geralmente de tamanho médio, corpo atlético e pelos curtos. Necessita de muito espaço para exercício, por isso nem sempre se adaptam à vida urbana. Eles são cães dóceis, mas são fortes instintos de caça. Entre elas estão: os Hound, Sabuesos, Teckel e Afgano.

Las principales características que deben tener los perros-guía son: no sobrepasar la talla mediana para que el manejo resulte cómodo a su dueño, ser sociables y obedientes.

Generalmente para esta labor se utilizan las razas Labrador, Golden Retriever y Pastor Alemán.

Pastores:

Como os cães de caça, os pastores são uma categoria que tem sido usada durante séculos. Estes cães são treinados para controlar o movimento de bovinos e ovinos.

Os cães bastantes ativos, inteligente e de diferentes tipos de pelos. Existe uma grande diversidade de raças de cães pastores. Inicialmente, eles eram altos e fortes para fornecer proteção para os animais contra os lobos e ursos. Mais tarde começaram a usar raças menores porém mas ágil.

Atualmente este tipo de cães incluem: o pastor alemão, pastor inglês, pastor belga, galês corgi, schnauzer gigante, e collie, e são usados também como cães de companhia ou cães de exposição. Seja qual for o trabalho realizado pelos cães, são uma grande ajuda para o homem e também uma excelente companhania

Nutrição de Cães e Gatos

Como nos ensinam a professora Linda Case, da Universidade de Illinois, a vice-presidente e o diretor da Iams Company, respectivamente Diane Hirakawa e Daniel Carey, nos últimos anos os pesquisadores conseguiram explicar os motivos pelos quais as pessoas são unidas aos seus animais domésticos, e também descobriram que a relação que se estabelece entre os animais e os seres humanos é, com frequência, benéfica para a saúde dos primeiros.

Não é surpresa que ao forte vínculo emocional que as pessoas sentem pelos seus animais de estimação e companhia junte-se a preocupação em proporcionar-lhes a melhor assistência sanitária e nutrição possíveis.

Os avanços alcançados na medicina veterinária deram lugar a programas de vacinação que protegem os cães e gatos diante de numerosas doenças perigosas, assim como a procedimentos médicos que contribuem para prolongar a vida dos animais domésticos. Além disso, o progresso no campo da nutrição gerou um conhecimento maior da dietética canina e felina e o desenvolvimento de dietas equilibradas para animais que contribuem para manter a saúde e facilitam a prevenção das doenças crônicas.

O competitivo mercado dispõe de um amplo leque de alimentos, “snacks” ou biscoitos e complementos nutricionais para cães e gatos. Esses produtos são encontrados em lojas, supermercados, lojas de produtos veterinários e de animais de estimação – pet shops.

São produtos que apresentam uma grande diversidade em relação à sua composição em nutrientes, disponibilidade, digestibilidade e sabor, bem como em sua forma física, aroma e textura. Alguns alimentos estão preparados para proporcionar uma nutrição adequada durante toda a vida do animal, outros são comercializados de forma específica para uma determinada fase da vida ou para um estado de doença (patológico) específico. Essa grande gama de produtos comerciais combinada com a propagação periódica de modas e falácias sobre nutrição, suscitou, entre os proprietários de animais de estimação e profissionais a eles ligados, uma grande confusão sobre os cuidados nutricionais de cães e gatos.

A nutrição não é assunto para amadores. Ela é uma ciência complexa que exige muita pesquisa e conhecimento técnico. É por isso que não se deve alimentar os cães e os gatos com comida preparada em casa e sim dar a eles, exclusivamente, rações adequadas para cada espécie, idade e situação, segundo orientação de um médico veterinário especializado.

 

Direitos & Deveres de Animais de apartamento

As informações são da advogada Edna Cardozo Dias, doutora em direito pela Universidade Federal de Minas Gerais e presidente da Liga de Prevenção da Crueldade contra animais.

Com a palavra, a especialista:

“Os condomínios acabaram por se transformar em verdadeiras cidades autônomas, gerando a criação de regulamentos e o tráfico de influência que vêm sendo usados para despejar os animais dos apartamentos. Muitos proprietários não frequentam as assembléias gerais, e com dezenas de procurações qualquer síndico impõe à sociedade condominial sua vontade.

Um juiz moderno não pode ficar alheio a esses abusos. É comum deparar-se com convenções que proíbem a manutenção de animais em apartamento. Muito embora cada caso deva ser estudado separadamente, a retirada do animal não se impõe, mesmo que haja norma expressa na convenção condominial.

A convenção não pode trazer em seu bojo a proibição de se manter animais em apartamento, porque assim estará violando o direito de propriedade, garantia constitucional, que cada condômino possui.

Os direitos e deveres dos condôminos dos edifícios de apartamentos estão regulamentados no Código Civil e pela Lei 4.591, de 16 de dezembro de 1964. O Código Civil, Lei 10.406, de 10/01/2002, em seu artigo 1.335, garante ao condômino o direito de usar, fruir e livremente dispor de suas unidades. Este direito só encontra limitações nos direitos de vizinhança, artigos 1.277 a 1.281, ou seja, o animal poderá permanecer se não causa interferência prejudicial à segurança, ao sossego e à saúde de habitantes das propriedades vizinhas”.

Vai Viajar?

Diante dos recorrentes problemas de animais em Aeroportos, achei oportuna a matéria!

 

Matéria HotPets

Como resolver o problema do fim de semana ou de viagens mais demoradas? E se for para outro estado ? E para o exterior?

Levar o cão ? Deixar o animal ? Onde ?

Esses são problemas muito comuns. A família quer sair no fim de semana ou nas férias. A criança (ou o adulto !) não quer se separar do seu amigo. A família não tem uma empregada que more na casa e que possa cuidar do animal. Está criado o impasse. Como sair dele?

Há várias maneiras. No caso de levar o cão, será de toda conveniência usar uma caixa de transporte especialmente desenhada para essa finalidade e facilmente encontrada nos pet shops.

A segunda providência é interromper a viagem de tempos em tempos (a cada 40 minutos, por exemplo). Durante as paradas, deve-se permitir que o animal, preso pela guia à coleira, faça algum exercício na margem da estrada, beba água, urine e defeque. A água é importante porque o cão desidrata com muita facilidade.

Com viagens curtas e frequentes, o animal acaba se acostumando e suportando viagens grandes sem nenhum sacrifício e até mesmo com alegria.

É conveniente condicionar o animal a entrar no carro para ter prazer e não apenas para ir ao veterinário levar uma espetadela de agulha.

Para transportar cães excepcionalmente grandes, existem carretas que são rebocáveis pelos automóveis. Já no extremo oposto, para animais muito pequenos, há as bolsas de viagem.

Para reduzir as chances de enjôo, o cão não deverá ser alimentado antes da viagem. Um ou uma parte de um comprimido para enjôo poderá ajudar, mas isso não é garantido. Se o destino da família for um hotel, é bom indagar antes se ele aceita animais. Na maior parte das vezes – ao contrário do que acontece na Europa e nos Estados Unidos – os hotéis brasileiros não aceitam animais. Aí não tem solução. O jeito será deixar o cão, mas….onde?

A primeira solução é a caseira que consiste em deixar o animal em casa, onde ele já está acostumado, e pedir a um parente, vizinho ou amigo de confiança que vá até lá regularmente para cuidar do cão.

A segunda é a profissional, isto é, os hotéis de animais.

Existem bons hotéis de animais, com assistência veterinária permanente, onde o risco de deixar seu cão é praticamente nenhum, por mais que isso cause (ao dono !) um certo desconforto e um pouco de complexo de culpa. De qualquer forma, não custa nada saber o nome do médico veterinário responsável e anotar o telefone dele (e dar, também o seu) para poder receber notícias. A Internet é outra solução. Deixar peças de roupa ou panos com o cheiro do dono pode ajudar, mas não muito porque no hotel seu cão vai sentir uma grande quantidade de cheiros, que lhe chamarão muita atenção e despertarão sua curiosidade.

Há animais que durante os primeiros dias no hotel não querem comer e às vezes nem beber água. Isso acontece principalmente com os que estão acostumados a um contato muito estreito com a família, que vivem grudados nas pessoas da casa. Daí a necessidade da assistência do médico veterinário que saberá acompanhar o animal, descobrir os problemas e resolvê-los tecnicamente. Em geral, o cão sente falta do dono durante os primeiros dias e depois acaba se acostumando. Mas, mesmo depois de um longo período afastado, ele reconhece o dono quando volta e fica contentíssimo.

Importante – Se for viajar para outro estado, dentro do Brasil, você deverá providenciar, com o veterinário, um atestado de vacinação contra a raiva e um atestado de saúde.

Se a viagem for para o exterior, a coisa se complica um pouco mais. Será necessário a documentação oficial exigida pelo país de destino e outra para o retorno ao Brasil. Indague-se bem com o veterinário, com antecedência, para não arriscar, na última hora, ter que partir deixando o animal.

O posto do Ministério da Agricultura no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro – Tom Jobim, é o melhor local para tomar conhecimento da burocracia necessária.

 

Como resolver o problema do fim de semana ou de viagens mais demoradas? E se for para outro estado ? E para o exterior ? Levar o cão ? Deixar o animal ? Onde ?

Esses são problemas muito comuns. A família quer sair no fim de semana ou nas férias. A criança (ou o adulto !) não quer se separar do seu amigo. A família não tem uma empregada que more na casa e que possa cuidar do animal. Está criado o impasse. Como sair dele?

Há várias maneiras. No caso de levar o cão, será de toda conveniência usar uma caixa de transporte especialmente desenhada para essa finalidade e facilmente encontrada nos pet shops.

A segunda providência é interromper a viagem de tempos em tempos (a cada 40 minutos, por exemplo). Durante as paradas, deve-se permitir que o animal, preso pela guia à coleira, faça algum exercício na margem da estrada, beba água, urine e defeque. A água é importante porque o cão desidrata com muita facilidade.

Com viagens curtas e frequentes, o animal acaba se acostumando e suportando viagens grandes sem nenhum sacrifício e até mesmo com alegria.

É conveniente condicionar o animal a entrar no carro para ter prazer e não apenas para ir ao veterinário levar uma espetadela de agulha.

Para transportar cães excepcionalmente grandes, existem carretas que são rebocáveis pelos automóveis. Já no extremo oposto, para animais muito pequenos, há as bolsas de viagem.

Para reduzir as chances de enjôo, o cão não deverá ser alimentado antes da viagem. Um ou uma parte de um comprimido para enjôo poderá ajudar, mas isso não é garantido. Se o destino da família for um hotel, é bom indagar antes se ele aceita animais. Na maior parte das vezes – ao contrário do que acontece na Europa e nos Estados Unidos – os hotéis brasileiros não aceitam animais. Aí não tem solução. O jeito será deixar o cão, mas….onde?

A primeira solução é a caseira que consiste em deixar o animal em casa, onde ele já está acostumado, e pedir a um parente, vizinho ou amigo de confiança que vá até lá regularmente para cuidar do cão.

A segunda é a profissional, isto é, os hotéis de animais.

Existem bons hotéis de animais, com assistência veterinária permanente, onde o risco de deixar seu cão é praticamente nenhum, por mais que isso cause (ao dono !) um certo desconforto e um pouco de complexo de culpa. De qualquer forma, não custa nada saber o nome do médico veterinário responsável e anotar o telefone dele (e dar, também o seu) para poder receber notícias. A Internet é outra solução. Deixar peças de roupa ou panos com o cheiro do dono pode ajudar, mas não muito porque no hotel seu cão vai sentir uma grande quantidade de cheiros, que lhe chamarão muita atenção e despertarão sua curiosidade.

Há animais que durante os primeiros dias no hotel não querem comer e às vezes nem beber água. Isso acontece principalmente com os que estão acostumados a um contato muito estreito com a família, que vivem grudados nas pessoas da casa. Daí a necessidade da assistência do médico veterinário que saberá acompanhar o animal, descobrir os problemas e resolvê-los tecnicamente. Em geral, o cão sente falta do dono durante os primeiros dias e depois acaba se acostumando. Mas, mesmo depois de um longo período afastado, ele reconhece o dono quando volta e fica contentíssimo.

Importante – Se for viajar para outro estado, dentro do Brasil, você deverá providenciar, com o veterinário, um atestado de vacinação contra a raiva e um atestado de saúde.

Se a viagem for para o exterior, a coisa se complica um pouco mais. Será necessário a documentação oficial exigida pelo país de destino e outra para o retorno ao Brasil. Indague-se bem com o veterinário, com antecedência, para não arriscar, na última hora, ter que partir deixando o animal.

O posto do Ministério da Agricultura no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro – Tom Jobim, é o melhor local para tomar conhecimento da burocracia necessária.

Periquito ciumento gosta de ser o centro das atenções do dono na BA

Deu no G1

 

A ave acompanha o dono para todos os lugares, inclusive para a academia.
Animal adora macarrão, carne, peixe e açaí com mel e banana.

Um periquito vem despertando a curiosidade de moradores do sul da Bahia. A relação do animal de estimação com o dono é de carinho.

Nano, como é chamado o periquito, tem tratamento de gente, e se sente até ciúmes do dono, Rafael Benevides, que conta que Nano quer sempre ser o centro das atenções. Até para academia ele acompanha o dono.

Nano não vive preso à corrente, por isso pode voar para onde quiser, mas escolheu ficar na casa de Rafael. O jardim em volta se assemelha ao habitat do periquito. Nano mora no lugar há três anos.



Rafael conta que encontrou o pássaro ferido na fazenda de um amigo e decidiu adotar. De lá pra cá, a relação dos dois ficou tão próxima que o periquito não quer ir embora de jeito nenhum. “Nano é praticamente um ser humano. Tudo que eu faço ele faz. No café da manhã ele come o que eu como – açaí, suco, sanduiche. Ele adora macarrão, adora carne, adora peixe, frutas também ele come. Tudo que a gente come, tem que dar pra ele, porque se não der, ele toma, fica chateado. Ele vive a vida de um ser humano, Fica o dia inteiro com a gente. Ele é dependente das pessoas”, explica o dono do pássaro.

Rafael e Nano são como pai e filho. O periquito acha que é filho único. Mas, ele precisa dividir espaço com os irmãos: os três cães de Rafael. A convivência com os dois maiores é até amigável, mas Zóio, o irmão caçula sofre. Nano fica enciumado e sempre que o cachorro chega perto do dono Rafael ele coloca Zóio pra correr.

“Bastante ciumento. Quando encosta alguém, ele se arrepia igual a um cachorro”, conta Rafael que completa dizendo que ele dá limite ao periquito. Quando leva a namorada para casa, por exemplo, ele pede pra Nano não entrar no quarto. “É um problema. Já botei ele várias vezes para fora do quarto. Tem vez que ele quer dormir lá no quarto, e eu não deixo, porque ele fica fazendo zoada de noite, derrubando tudo.”

Quem cuida do pássaro na ausência de Rafael é a mãe dele, dona Ana Matilde. Ela fala que nem ela pode chegar perto do filho porque o periquito avança. “O periquito é muito ciumento. Precisamos levar ele para uma terapia”, conta a avó adotiva do periquito.

Todo dia eles fazem tudo sempre igual

Nano é um periquito que mais parece gente. Na hora de comer, ele é gentil. Prefere esperar pelo dono. É Rafael quem coloca a comida na mesa. E os dois tomam juntos o café da manhã. Nano adora biscoito salgado e açaí com mel e banana. O café da manhã é reforçado porque o dia dos dois é puxado.

periquito tomando açai (Foto: Reprodução/TV Bahia)
Nano adora açaí com mel e banana
(Foto: Reprodução/TV Bahia)

Parece que a hora que Rafael sai de casa é a preferida de Nano, ele adora passear. Para qualquer lugar que o pai adotivo vai, o periquito vai atrás, voando, é claro. E sabe voltar para casa sozinho.

Mas se depender de Nano, ele fica o dia todo com Rafael na rua, mas o dono dele precisa trabalhar e nesse caso Rafael dá o comando para que ele volte pra casa. O que não acontece quando os dois vão para a academia logo cedo.

Como já chegou aquecido da ‘corrida’, o periquito deixou todo o trabalho pesado para o pai. Ele acompanha tudo de cima do aparelho que Rafael usa. Enquanto o dono se exercita, Nano só observa. Quando Rafael troca de equipamento, o periquito não vacila e vai atrás. Quem frequenta a academia já está acostumado com a presença do periquito. Mas todos já sabem que é bom não se aproximar muito de Rafael, senão o segurança entra em ação. “Ele é um pouco ciumento. Tem que pensar duas vezes antes de encostar nele”, conta Carla Mendonça, professora da academia que Rafael frequenta.