ZOONIT, CHIMPANZÉ JIMMY E A HISTÓRIA QUE NINGUÉM CONHECE SOBRE ESSA INSTITUIÇÃO

Pessoal,

Nem vou me estender muito sobre o caso particular do Chimpanzé Jimmy, visto que centenas de sites e blogs já abordaram o assunto.

Apenas manifesto aqui minha indignação sobre qualquer pessoa em sã consciência que possa crer que o pobre Jimmy possa estar melhor alojado numa jaula ao invés de livre, no santuário do GAPA. Aliás, quem me conhece sabe o quanto sou contrário a Zoológicos… para mim, todos deveriam ser extintos. Apenas o modelo SANTUÁRIO pode ser considerado como alternativa válida, seja qual for o argumento, conservacionismo, preservacionismo, hospedagem de animais resgatados, etc.

Como prometi aos meus leitores que esse seria um site diferente, que não tem compromisso com mais ninguém, além dos animais, prefiro aqui aproveitar o assunto para contar uma história pouco conhecida sobre o Zoonit… prepare-se para se indignar, tanto quanto eu!

Em Março de 2010 (exatamente 1 ano atrás), fui procurado pela Bárbara, presidente da ONG Casa Cão e Gato que, aflita e indignada, reclamava sobre a falta de ação das autoridades que nada faziam, cientificadas de que cães e gatos estariam SUMINDO da área do Zoonit, sumiço esse motivado por um ultimato dado pelo IBAMA, que ameaçava fechar o Zoonit. Esse fechamento supostamente se daria não só pela mistura incoerente de animais silvestres e exóticos pertencente ao plantel da Fundação com os cães e gatos que freqüentemente eram abandonados na área do Zoo, bem como em função de um antigo processo que se encontra até hoje no Ministério Público, processo esse que envolve denúncias como má conservação do local, falta de controle do plantel e dezenas de outras irregularidades sérias.

Imediatamente marquei uma vistoria ao Zoonit, ainda naquela semana. O que encontrei foi o cenário de um filme de horror. Má conservação do local, animais maltratados, a parte de acesso da jaula dos Leões sendo usada como depósito de quinquilharias e cerveja (isso mesmo, só faltou a justificativa que os felinos eram alcoólatras), animais na área de quarentena misturados, animais doentes acuados no mesmo espaçamento de outros saudáveis… e centenas de outros absurdos. Identifiquei também que, impressionantemente, parecia não existir quaisquer controles do plantel, ou seja, quantos animais entram (o Zoonit foi usado durante muito tempo como concentrador de recebimento de animais provenientes de apreensões pelas GM, PMERJ, PCERJ, CBMERJ e outras instituições), quantos morrem, quantos são direcionados para soltura (soltura?), etc.

 Fotografamos, conversamos com a administração, indicamos os erros encontrados (curiosamente e por coincidência, o IBAMA encontrava-se vistoriando o local na data também). Em nosso retorno a ALERJ, imediatamente preparei o relatório da vistoria que gerou ofícios indicando às autoridades do Executivo e do Ministério Público o imediato encerramento das atividades desse “campo de concentração” de animais, chamado Fundação Zoonit. A repercurssão foi imediata… centenas de pessoas indignadas, apoiando nosso relatório e a decisão pelo fechamento do Zoonit…porém, como é impossível agradar a Gregos e Troianos, algumas pessoas, principalmente de fora da causa animal (afinal quem ama animais pensa primeiro neles) começaram um movimento contrário ao nosso relatório, inclusive movimentando-se “por baixo dos panos” através de tráfico de influência, algumas autoridades do município de Niterói e mesmo “autoridades” Estaduais, tudo isso motivado pela justificativa de que “só existia aquele Zoológico na cidade de Niterói, e de que seria um ponto Turístico da cidade”. E que se DANEM os animais?

Bom, quem me conhece sabe que, esse tipo de manobra só me estimula mais ainda a encontrar as verdades, e assim o fiz.

Na data de 03 de maio de 2010, retornei para uma vistoria surpresa, mais apurada sobre as irregularidades encontradas no local, principalmente o descontrole do plantel. O que eu encontrei? Desespero total dos responsáveis pelo Zoonit.

Aqui, vou publicar pela primeira vez o relatório na íntegra, para que possam avaliar, é chata a leitura, mas só poderão compreender a seriedade do assunto, tomando conhecimento da íntegra do relatório:

ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO COMISSÃO DE DEFESA DO MEIO AMBIENTE

Relatório de Vistoria

Local: Fundação Zoonit – Niterói

Agentes fiscalizadores: Fabiano Jacob e Andrea Lambert

Data: 03/05/2010

Relato da Vistoria

Dando continuidade ao processo de vistoria na Fundação Zoonit, solicitamos através do ofício n. 363/2010 à relação de animais enviados pela DPMA (Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente) dos animais direcionados em caráter de Fiel Depositário a essa fundação, no período de Maio/2009 a Março/2010.

Comparecemos nessa data à Fundação Zoonite, devidamente munidos do documento oficial da DPMA com o plantel enviado, fruto de operações realizados por essa especializada, incluindo as apreensões que foram fruto das operações dessa Comissão de Defesa do Meio Ambiente.

Fomos recepcionado pelo Dr. André Sena, responsável técnico da fundação.

Os seguintes procedimentos fiscalizatórios foram tomados por esses agentes:

1- Solicitação do Plantel atualizado da Fundação

2- Solicitação das guias de Transferência e Soltura de animais

3- Relatórios de Necropsia dos animais no período entre 05/2009 e 03/2010.

De posse da documentação mencionada, começamos um processo de cruzamento de informações. Tal cruzamento de informações se deu entre o Plantel atualizado até 03/2010, documentos de soltura/transferência e relatórios de necropsia/óbito dos animais. Tal análise culminou nas seguintes informações abaixo:

ANIMAIS DIFERENCIADOS:

Sobre os seguintes animais, em vista do largo plantel existente, bem como a falta de descrição de espécie na informação da Unidade Especializada da PCERJ, torna-se impossível a fiscalização, visto que os mesmos sejam fruto de apreensões, doações, ou abandono, não possuem quaisquer tipos de controles (anilhas, chips, etc).

Cobra, Macaco, Lagarto, Preá, Jabutis, Sagüi, Jacaré e Tartarugas

Resolvemos então, fixar nossos esforços nos pássaros cuja relação, além de mais bem detalhada, possuem um plantel inferior na unidade Zoonit:

 Araçari (1) – Um exemplar atualmente em plantel – Situação OK

 Sabia (52) – 15 aves justificadas através de documento (a ser verificado) de plantel/soltura/transferência. 4 aves justificadas através de óbito. 33 aves sem justificativa.

Coleiro (72) – 63 aves justificadas através de documento (a ser verificado) de plantel/soltura/transferência. 39 aves justificadas através de óbito. “Aparentemente” não existem aves faltantes.

Pichanchão (41) – 31 aves justificadas através de documento (a ser verificado) de plantel/soltura/transferência. 18 aves justificadas através de óbito. Aparentemente não existem aves faltantes.

Cabloclinho|(01) – Nenhuma ave justificada. 1 ave faltante.

Galinho de Campina/Serra (12) – 3 aves justificadas através de documento (a ser verificado) de plantel/soltura/transferência. 1 ave justificada através de óbito. 8 aves sem justificativa.

Canário da Terra (106) – 27 aves justificadas através de documento (a ser verificado) de plantel/soltura/transferência. 7 aves justificadas através de óbito. 72 aves sem justificativa.

Cigarras (42) – 7 aves justificadas através de documento (a ser verificado) de plantel/soltura/transferência. 7 aves justificadas através de óbito. 28 aves sem justificativa.

Curió (19) – 0 aves justificadas através de documento (a ser verificado) de plantel/soltura/transferência. 9 aves justificadas através de óbito. 12 aves sem justificativa.

Tiêr Vermelho (04) – 2 aves justificadas através de documento (a ser verificado) de plantel/soltura/transferência. 2 aves justificadas através de óbito. 0 aves sem justificativa.

Bicudo (09) – 0 aves justificadas através de documento (a ser verificado) de plantel/soltura/transferência. 1 aves justificadas através de óbito. 8 aves sem justificativa.

Tiêr Preto (04) – 2 aves justificadas através de documento (a ser verificado) de plantel/soltura/transferência. 0 aves justificadas através de óbito. 2 aves sem justificativa.

Galos de Briga (78) – 38 aves justificadas através de documento (a ser verificado) de plantel/soltura/transferência. 0 aves justificadas através de óbito. 40 aves sem justificativa.

Azulões (02) – 0 aves justificadas através de documento (a ser verificado) de plantel/soltura/transferência. 0 aves justificadas através de óbito. 02 aves sem justificativa.

Faisão (02) – 0 aves justificadas através de documento (a ser verificado) de plantel/soltura/transferência. 0 aves justificadas através de óbito. 02 aves sem justificativa.

Gavião (01) – 0 aves justificadas através de documento (a ser verificado) de plantel/soltura/transferência. 1 ave justificada através de óbito. 0 aves sem justificativa.

Bico de Pimenta (01) – 0 aves justificadas através de documento (a ser verificado) de plantel/soltura/transferência. 1 aves justificadas através de óbito. 0 aves sem justificativa.

Patativa (06) – 0 aves justificadas através de documento (a ser verificado) de plantel/soltura/transferência. 0 aves justificadas através de óbito. 6 aves sem justificativa.

Sanhaço (60) – 15 aves justificadas através de documento (a ser verificado) de plantel/soltura/transferência. 6 aves justificadas através de óbito. 39 aves sem justificativa.

Garibaldi (07) – 1 aves justificadas através de documento (a ser verificado) de plantel/soltura/transferência. 0 aves justificadas através de óbito. 06 aves sem justificativa.

Melro (13) – 0 aves justificadas através de documento (a ser verificado) de plantel/soltura/transferência. 1 aves justificadas através de óbito. 12 aves sem justificativa.

Tiziu (30) – 30 aves justificadas através de documento (a ser verificado) de plantel/soltura/transferência. 4 aves justificadas através de óbito. 0 aves sem justificativa.

Trinca-Ferro (52) – 0 aves justificadas através de documento (a ser verificado) de plantel/soltura/transferência. 3 aves justificadas através de óbito. 49 aves sem justificativa.

Biquinho de Lacre (14) – 6 aves justificadas através de documento (a ser verificado) de plantel/soltura/transferência. 0 aves justificadas através de óbito. 8 aves sem justificativa.

Sabiá (54) – 15 aves justificadas através de documento (a ser verificado) de plantel/soltura/transferência. 8 aves justificadas através de óbito. 32 aves sem justificativa.

 Tico-Tico (14) – 4 aves justificadas através de documento (a ser verificado) de plantel/soltura/transferência. 2 aves justificadas através de óbito. 8 aves sem justificativa.

Chorão (1) – 0 aves justificadas através de documento (a ser verificado) de plantel/soltura/transferência. 0 aves justificadas através de óbito. 1 aves sem justificativa.

Corrupião (1) – 0 aves justificadas através de documento (a ser verificado) de plantel/soltura/transferência. 0 aves justificadas através de óbito. 1 aves sem justificativa.

Araponga (01) – 0 aves justificadas através de documento (a ser verificado) de plantel/soltura/transferência. 1 aves justificadas através de óbito. 0 aves sem justificativa.

Caboclinho (01) – 0 aves justificadas através de documento (a ser verificado) de plantel/soltura/transferência. 0 aves justificadas através de óbito. 1 aves sem justificativa.

Saíra (03) – 0 aves justificadas através de documento (a ser verificado) de plantel/soltura/transferência. 4 aves justificadas através de óbito. 0 aves sem justificativa.

Manon (01) – 0 aves justificadas através de documento (a ser verificado) de plantel/soltura/transferência. 0 aves justificadas através de óbito. 1 aves sem justificativa.

Totalizamos assim, a grosso modo, um total de 371 aves que não se encontram no plantel, que não foram transferidas/soltas ou mesmo que vieram a ter óbito comprovado.

Queremos ressaltar alguns pontos de importância no processo:

 a) O levantamento levou em conta apenas os animais enviados no período de 05/2009 a 03/2010 pela unidade de polícia judiciária especializada DPMA (Delegacia de proteção ao Meio Ambiente), cabendo lembrar que diversos órgãos enviam costumeiramente animais para essa instituição. Dentre eles o corpo de bombeiros, delegacias de polícia, Batalhão Florestal e as diversas unidades das Guardas Municipais de nosso estado.

b) Alguns laudos de necropsia foram apresentados pessoalmente pelo resp. técnico Dr. André Sena e os demais foram enviados via e-mail e fax, completando assim o TOTAL de laudos no período apurado, não podendo ser aceitos outros documentos em momento futuro.

c) Pelos motivos explicitados anteriormente, não pudemos fazer quaisquer controle sobre os animais aqui descriminados como ANIMAIS DIFERENCIADOS. Conclusões

Face ao exposto através da documentação apurada, concluímos ser necessária instauração de processo investigatório pela delegacia Especializada (DPMA) para apuração dos seguintes pontos:

1- O total descontrole do Plantel da instituição, face às diferenças apuradas e documentadas nesse relatório que, como informado anteriormente, levou em conta apenas os animais enviados por uma unidade policial de nosso estado.

2- A investigação dos processos de soltura/transferência dos animais para as seguintes instituições:

a) RPPN EL ANGUAL – Est. Do Pico s/n, KM 3 Santo Aleixo – Magé

b) Comandante Ramiro R. dos Santos – Casa do Marinheiro – Av. Brasil n 10592 – Penha

c) RPPN Matogrosso – Endereço não informado Tratam-se de Reservas Particulares de Proteção da Natureza e da Casa do Marinheiro.

A dúvida que paira se dá sobre as condições das Áreas (visto que a Casa do marinheiro encontra-se em perímetro Urbano) bem como, foi-nos informado pelo resp. técnico, Dr. André Sena, que diversos animais encontram-se à disposição do IBAMA, mas que os mesmos não teriam sido entregues pela falta de estrutura da Fundação Zoonit (carro, combustível, etc).

Como teria então sido feita a entrega a essas instituições?

3- Foi-nos apresentada a cópia de um documento assinado pelo Delegado de Polícia Federal Jerônimo José da Silva Júnior, mat. 8559 onde, reproduzindo em parte, encontra-se a seguinte determinação:

 “Dessarte realizado o laudo técnico de exame dos animais apreendidos… devem ser devolvidos à natureza para a preservação da espécie, independentemente de autorização da Polícia ou da Justiça.” (grifo nosso)

Desconhecemos se essa autoridade de Polícia Federal teria em suas prerrogativas legais a autorização para determinar inclusive sobre a Justiça, no caso dos animais entregues na qualidade de objeto do depósito ao fiel depositário, nesse caso a Fundação Zoonit.

4- Cabe investigação no fato de que, a grande maioria dos animais justificados através de óbito eram os de maior valor comercial ilícito, a exemplo do raro Pichanchão (que se encontra em risco de extinção) no total de 32 aves e do Coleiro no total de 22 aves, praticamente todas caracterizadas dentro dos mesmos sintomas e conclusão dos laudos de necropsia.

5- Foi-nos informado que apenas 1 tratador possui as chaves do viveiro de pássaros. Cabe investigação sobre esse funcionário, bem como a apuração da responsabilidade do responsável técnico, Dr. André Sena e da Presidente da Fundação, Sra. Giselda Candiotto.

6- A autorização de funcionamento da instituição, seus protocolos e autorizações para transferência, doação e soltura de animais.

Terminada a apuração documental, concluímos a vistoria com um passeio pelo Zoonit, quando apuramos que algumas melhoria físicas, em sua maioria no campo da limpeza haviam sido procedidas, bem como houve uma tentativa de melhoria na separação de espécies e densidade demográfica das mesmas. No restante, a instituição continua apresentando as mesmas condições da última vistoria, agravadas agora pela constatação da falta de animais sem justificativa no plantel, o que favoreceria o tráfico de animais silvestres.

Sem mais para informar, anexando a documentação fornecida descriminada abaixo, subscrevemo-nos,

Fabiano Antonio Vivaldi Jacob Coordenador de Proteção Animal da CDMA Mat. 413333-6

Andrea de Jesus Lambert Técnica de Proteção Animal da CDMA Mat. 414022-4

Documentos anexados

– Ofício de Informação da DPMA

 – Relatórios de Soltura e termos de transferência

-Relatórios de necropsia

-Atestado Zoonit da entrega de documentação

-Ofício do Del. De Polícia Federal

Bem, agora querido leitor, você tem conhecimento de nosso relatório e dos absurdos encontrados nessa vistoria e deve estar pensando: “Como é que o Zoonit continua aberto???” a que respondo:

-NÃO SEI!!!

Esse relatório gerou um ofício assinado pelo Deputado Presidente da Comissão de defesa do Meio Ambiente da Alerj, ofício esse direcionado a DPMA (Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente), solicitando a instauração de processo investigativo baseado no relatório anexo. Impressionantemente, diversos órgãos públicos, que estavam acostumados a enviar animais para essa fundação, pararam imediatamente de direcionar o fruto de suas apreensões para o Zoonit. Mas, as forças nefastas do tráfico de influências mais uma vez se manifestou.

A presidente dessa fundação começou a procurar diversas autoridades Municipais e Estaduais e, não me perguntem como, o processo investigativo JAMAIS foi à frente, inclusive com declarações públicas (no Jornal O Fluminense) de um Inspetor de polícia da DPMA que afirmava conhecer a administração da Fundação há mais de 10 anos e que, se houvesse algo de errado lá, já teria sido investigado há muito tempo…. isso mesmo, pasmem.

Ademais de toda a documentação e de nossas conclusões NADA FOI FEITO!

 

Alguns dia depois, lembro-me que o IBAMA, amparado por ordem judicial, recolheu mais de 60 animais dessa Fundação. Você acha que acabou ai???

Não!

Inconformado com as declarações do Policial em veículo de circulação de massa, procurei o então titular da DPMA, levando a seu conhecimento o caso. O mesmo me garantiu que iria apurar e que a posição do Inspetor de Polícia seria extremamente errada. Foi então que me garantiu retorno sobre o caso e aí…. NADA ACONTECEU.

Hoje, 1 ano depois desse caso, sinto o extremo sentimento de frustração, baseada no fato de que não importa um trabalho bem feito, não importam apurações, provas e toda a parafernália de argumentos para que se cumpra a Lei… o que importa é a quantidade de “conhecimento” influente que você possa possuir… e assim no Brasil é e sempre foi, desde a colonização por nossos irmãos portugueses.

E lá, atualmente, os gatos continuam sumindo, animais continuam com o mesmo tratamento e o Jimmy continua na Jaula! O PIOR é saber que fui USADO! Sim, porque, depois dessa história toda, o Zoonit recebeu “verbas” para melhorar sua estrutura!

Termino com uma manifestação pessoal sobre o caso: -ZOONIT, QUEM NÃO TE CONHECE QUE TE COMPRE!

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2 Responses to ZOONIT, CHIMPANZÉ JIMMY E A HISTÓRIA QUE NINGUÉM CONHECE SOBRE ESSA INSTITUIÇÃO

  1. Flavia G diz:

    É uma grande vergonha o que nossos políticos e seus afilhados fazem. Mereciam cadeia ou um paredón prá fazer uma limpa.

    Infelizmente, acho que nosso país não vai prá frente: quem tem poder logo vira inimigo do que é certo e justo e quem não tem não conhece sua força, se entrega, desanima e desiste de buscar um mundo melhor.
    Não tem como me manter otimista e sonhar com um futuro diferente.

    Não viu a notícia sobre o prefeito de Alto do Rodrigues, Eider Medeiros, neto de um prefeito envenenador de animais, fez? Matou 26 cães com uma desculpa prá lá de esfarrapada e até agora: NADA!
    “O procurador-geral de Justiça do RN, Manoel Onofre Neto tomou conhecimento do caso, mas ainda não teve acesso ao conteúdo do vídeo por estar participando de um congresso em Brasília, mas nesta terça-feira retorna à Natal e irá se pronunciar sobre o caso. “Vou assistir o vídeo, e dependendo do conteúdo, as causas e explicações poderá ser identificado um crime de natureza ambiental”, explicou Manoel Onofre.” Ah tá, só ele q não conseguiu ver, o vídeo está circulando pela net e está na capa do Terra.

    E aqui, em Capão da Canoa tb vários animais foram envenenados e a despeito de existirem câmeras em alguns locais dos crimes, ninguém sabe, ninguém viu…

    E viva a Copa, né?

  2. Pingback: ZOONIT…Quando eu ACERTO, eu ACERTO mesmo!(2) | ATITUDE ANIMAL

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